O trabalho livre, afinal.

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A produtividade no trabalho é função direta da liberdade. Este postulado é conhecido desde a antiguidade. As formas coercitivas de organizar o trabalho podem fazer a produtividade dar um salto, mas não se sustentam. Ao contrário: reduzem dramaticamente a produtividade marginal.

Incitado pela baixa continuada das ações da Apple, o CEO Tim Cook parece ter acordado para o fato de que a organização em equipes voltadas para projetos focados poderia ser a causa da baixa produtividade e da inovatividade marginal decrescente (queda na geração de ideias e iniciativas disfuncionais, como Siri, iOS6 e Mapas), que,acredita-se, determinaram a demissão de Scott Forstall.

É curioso que as corporações “descubram” que esquemas rígidos de produção não funcionam. Foi o que aconteceu com a Google, que há algum tempo atrás introduziu o seu programa “20% time” (1/5 do tempo do trabalho é livre para projetos individuais). Correndo atrás das corporações congêneres, o pessoal de Cupertino criou um programa, denominado “Blue Sky”, que libera um grupo selecionado de funcionários para trabalhar em projetos criativos.

Cf. Lessin, Jessica E.; Apple gives in to employee perks; The Wall Street Journal; updated November 12, 2012,

Clique aqui para ler no site original.

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