TRABALHO: Trabalho e ressentimento.

Trabalho.

Acordar, comer, transitar, trabalhar, comer, trabalhar, transitar, comer, dormir, acordar, … .

A dissipação de uma vida sem brilho é paralisante. Não pode ser superada por fórmulas. O “amanhã tudo mudará”, o “mais tarde”, o “quando me aposentar” são subterfúgios protelatórios ante o registro da existência malbaratada.

Embora a consciência possa engendrar as questões do “por quê”, e do “para quê”, o mais comum é que o despertar seja abatido pelo hábito e recaia na vida mecânica.

Não é o trabalho em si, não são as tarefas uniformes ou repetitivas que rescindem o sentido da vida. São os atos de uma existência impensada. É a impossibilidade ou incapacidade de reagir. É a frustração, base do ressentimento, a mais contraproducente das mágoas que o ser humano pode experimentar.

UTILIZE E CITE A FONTE.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s