TRABALHO: Em direção à acracia laboral.

Trabalho.

O assalariamento pouco a pouco vai se tornando tangencial à economia. Contribui cada vez menos para a subsistência material dos particulares e é cada vez mais destinada à domesticação da humanidade.

É provável que, em algum momento no futuro próximo, essa tensão encontre alívio no afrouxamento das estruturas econômicas e políticas. A alternativa é o rompimento em fragmentação catastrófica.

Realisticamente, não se trata de reverter o processo, mas de amenizar as dores da transição.

O que pode ser feito é promover regimes não vinculantes. Regimes libertários, como diria Bakunin. Isto terá que ser impulsionado sem a ajuda das corporações e dos governos e mesmo contra eles, avessos que sempre foram à perda de controle sobre as pessoas, e ineptos que se tornaram para conduzir mudanças estruturais.

UTILIZE E CITE A FONTE.
Bakunin, Mikhail (2003). Estatismo e anarquia. São Paulo: Imaginário/Ícone.
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