Não espero nada.

Notas.

“…

Não espero nada, e já me satisfaço

/com a consciência de ainda estar em mim

/e não de volta ao nada de onde vim.

Por ora ainda ao menos ocupo espaço,

/junto a uma mesa no Cais da Ribeira;

/permito-me, sem culpa, desfrutar

/de pão, queijo, e vinho, e vista, e ar,

/todo o entorno da minha cadeira.”

 
UTILIZE E CITE A FONTE.
Paulo Henriques Britto – Soneto às Margens do Douro – In Nenhum Mistério – Cia das Letras 2018

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