Notícias & Almanaque

Como chamar a vida entre o trabalho e a velhice?

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Deu no The Economist.

Para que possamos tirar proveito de nossas vidas mais longas, é necessário criarmos uma nova categoria de idade.

Como você chama alguém com mais de 65 anos, mas que ainda não é idoso? Esta fase da vida, entre trabalho e decrepitude, carece de um nome. “Geriactivos” erra demais no lado da senescência. “Sunsetters” ou “Nightcappers” correm o risco de parecer condescendentes. Talvez “Nyppies” (Not yet Past It) ou “Owls” (Older, Working Less, Still earning) são mais propícios.

Denominar uma categoria de idade pode soar como um exercício frívolo, mas os estágios da vida são construções sociais, e a história mostra que o surgimento de uma nova classe pode desencadear mudanças profundas de atitude. Essa transfiguração é necessária para obtermos uma resposta apropriada às questões atuais referentes ao aumento da longevidade.

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Automação e o Futuro.

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Deu na CNBC por Anita Balakrishnan.

Jack Ma, o bilionário presidente do grupo Alibaba, acredita que a automação vai ajudar os trabalhadores do futuro a aproveitarem mais seu tempo de lazer. Na verdade, ele vê um futuro em que as pessoas vão trabalhar apenas 16 horas por dia, em 2047.

“Eu acho que, nos próximos 30 anos, as pessoas vão trabalhar apenas quatro horas por dia e talvez quatro dias por semana”, Ma disse essa semana, em uma conferência em Detroit. “Meu avô trabalhou 16 horas por dia na fazenda e achava que estava muito ocupado. Nós trabalhamos oito horas, cinco dias por semana, e achamos que estamos muito ocupados.”

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A propósito.

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Nota enviada por Enrique Saravia:

“Y aquella noche del 13 de mayo de 1904 el que sorprendió a todos los presentes fue Pío Baroja. Porque cuando se estaba hablando de los españoles y de las distintas clases de españoles, el novelista vasco sorprendió a todos y dijo:

La verdad es que en España hay siete clases de españoles… sí, como los siete pecados capitales. A saber:

 

1. Los que no saben;

2. Los que no quieren saber;

3. Los que odian el saber;

4. Los que sufren por no saber;

5. Los que aparentan que saben;

6. Los que triunfan sin saber y

7. Los que viven gracias a que los demás no saben.

 

Estos últimos se llaman a sí mismos políticos  y a veces hasta intelectuales.”

 

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Brasil é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta.

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Deu na Folha, por Leão Serva:

Em diferentes palestras do Brazil Forum, neste sábado (13), em Londres, coube ao Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso abrir os trabalhos.

Ele comentou que o Brasil, sozinho, é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta – o país tem 3% da população mundial.

O magistrado citou o caso do Citibank, que desistiu de operar no Brasil quando detectou que obtinha no país 1% de suas receitas, mas sofria 93% das ações trabalhistas.

Depois comentou que 4% do PIB brasileiro é gasto com o custo do funcionalismo público, com o que procurou indicar o alto custo do Estado.

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O problema é outro.

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Um estudo recente da Universidade de Oxford e Chicago mostra que até 85% dos empregos estão em risco de automação, especialmente nos países em desenvolvimento.

Clique na imagem e veja o infográfico montado pelo site Futurism:

 

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Qual é o princípio fundamental do direito do trabalho?

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Deu na Folha, por Lucas Tófoli Lopes:

O bicho está pegando nas ruas e as mudanças na legislação são discutidas.

O direito do trabalho é um dos fatores que está no meio do cabo de guerra entre governo e opositores. E este campo do direito, por si só, já é delicado.

Gostaria de apresentar aqui os princípios do direito do trabalho consagrados pela doutrina (isto é, pelos principais autores da área).

Em tempo: o próprio conceito de “princípio” é muito discutido em Direito. Para entender esse post, vamos considerar “princípio” como os fundamentos que devem nortear a aplicação do direito e a produção de leis.

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Empresas abrem espaço para ascensão de quem ‘foge’ de cargos de chefia.

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Deu na Folha de São Paulo:

Imagem relacionadaSe até outro dia um funcionário pouco interessado em virar chefe era tido como acomodado, hoje as empresas já abrem novos caminhos para a ascensão de quem prefere se manter em cargos técnicos.

Com isso, cresce o reconhecimento da “carreira em Y” (veja quadro abaixo), modelo de progressão profissional em que os funcionários seniores podem se especializar em determinados ramos em vez de virar gerentes de área. (mais…)

Trabalhadores criativos têm salários superiores à média.

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O Volume II da Coleção Atlas Econômico da Cultura, lançado nesta quarta-feira (5/4) pelo Ministério da Cultura (MinC), traz o artigo Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil: os profissionais criativos no cenário de crise.
O texto apresenta um fluxograma da Cadeia de Indústria Criativa no Brasil e a análise da indústria criativa entre 2013 e 2015, período marcado por profunda crise econômica nacional. Entre os dados apresentados, destaca-se o fato de que, em relação à remuneração média, os trabalhadores criativos apresentam salários significativamente superiores à média da economia. Enquanto o rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro foi de R$ 2.451 em 2015, o dos profissionais criativos atingiu R$ 6.270. Mesmo com pequeno recuo em relação ao observado em 2013, os trabalhadores criativos continuaram recebendo vencimentos pouco mais de duas vezes e meia superiores aos empregados formais brasileiros.

Além disso, o estudo aponta que a publicidade foi o segmento que mais cresceu em número de empregados: foram 19 mil postos de trabalho criados, o que representa um incremento de quase 17% dessa mão de obra qualificada em relação a 2013.

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Os robôs já estão substituindo trabalhadores humanos a uma taxa alarmante.

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Deu no Gizmodo por George Dvorsky.

Sabemos, ou ao menos suspeitamos, que os robôs estão tomando os empregos das pessoas, mas uma nova pesquisa mostra o nível dramático com que robôs industriais estão substituindo trabalhadores humanos e forçando os salários para baixo.

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Ética e o futuro

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Deu no The Guardian, sobre Yuval Noah Harari, historiador.

I think morality is more important than ever before. As we gain more power, the question of what we do with it becomes more and more crucial, and we are very close to really having divine powers of creation and destruction. The future of the entire ecological system and the future of the whole of life is really now in our hands. And what to do with it is an ethical question and also a scientific question.

So, to give just an example: what happens if several pedestrians jump in front of a self-driving car and it has to choose between killing, say, five pedestrians or swerving to the side and killing its owner? Now you have engineers producing the self-driving cars and they need to get an answer to this question. So, I don’t see any reason to think that AI or bioengineering will make morality any less relevant than before.

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Exposição traz fotos dos primeiros operários legalmente registrados no Brasil.

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Mostra começa no dia 15, no Espaço Cultural BNDES Rio.

A Galeria BNDES recebe, de 15 de março até 5 de maio, passando pelas celebrações do Dia do Trabalhador, a exposição “Assis Horta: Retratos”, desdobramento de projeto vencedor do XII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da FUNARTE, sob curadoria do pesquisador Guilherme Horta.

O mineiro Assis Horta se tornou referência ao clicar os primeiros retratos de operários legalmente registrados no Brasil, em seu estúdio fotográfico em Diamantina, após a Consolidação das Leis do Trabalho (C.L.T.) em 1° de maio de 1943. Naquela época, milhares de trabalhadores sentaram-se diante de uma câmera, provavelmente pela primeira vez, para regularizar o seu registro profissional e aplicar o seu retrato 3×4 na Carteira de Trabalho e Previdência Social.  (mais…)

Mulheres trabalham 7,5 horas a mais por semana que os homens.

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Deu no G1, por Taís Laporta: Levantamento do Ipea também mostra que o percentual de lares chefiados por mulheres saltou de 23% para 40% em 20 anos. Renda de mulheres negras foi a que mais subiu no período.

As mulheres trabalham em média 7,5 horas a mais que os homens por semana, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com base nos dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

Em 2015, a jornada total média das mulheres (que considera a soma do trabalho remunerado mais os afazeres domésticos) era de 53,6 horas semanais, enquanto a dos homens, de 46,1 horas. (mais…)

O trabalho que se vai.

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Sobre vínculos

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Deu no The New York Times:

correntes

Temos a ideia feliz de que o sol costuma nascer antes em outros lugares. Preferimos não lembrar que também costuma se por.

Desde 2010, na União Europeia, mais de metade dos novos postos de trabalho são de contratos temporários. O número de não-ocupados – trabalhadores que procuram emprego – só faz crescer.

Não há reversibilidade para este tipo de fenômeno. Ou nos preparamos para a mudança de paradigma do trabalho que se avizinha – o decréscimo acelerado do vínculo continuado – ou o mundo real nos engolfará em um emaranhado de práticas, direitos, normas, discursos e formações anacrônicas.

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Sintomas do Bournout são parecidos com os da depressão, mas desencadeados pelo trabalho.

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Resultado de imagem para burnout syndromeDeu no G1: Mais de 70% dos trabalhadores brasileiros sofrem algum tipo de sequela do estresse. Em cada 100 milhões de pessoas, a Síndrome de Burnout atinge 32%. No ranking, o Brasil só perde para o Japão.

O Brasil tem mais de 12 milhões de desempregados, número oficial de pessoas que estão tentando uma oportunidade, mas não conseguem. Também não está fácil para quem está trabalhando e com medo de perder o emprego, muita gente tem trabalhado mais. É um estresse pra mostrar serviço, mistura de ansiedade e incerteza.

Motivos para se sentir pressionado no trabalho não faltam: volume de trabalho, pressão por resultados, corte de gastos, insegurança no trabalho, relação com o chefe, dificuldades ou pressão na vida pessoal e relacionamento com os colegas.

A ansiedade é uma resposta normal de todas as pessoas. É um sinal do corpo indicando que ele está preparado para correr ou lutar. Algumas alterações físicas bem perceptíveis são o aumento da frequência cardíaca e da respiração e o aumento da tensão e irrigação sanguínea na musculatura. O problema aparece quando esse quadro, que deve ser esporádico, se torna constante.

O cansaço pode ser classificado em 4 níveis: cansaço normal, cansaço frequente ou muito prolongado, fadiga permanente e exaustão e Burnout, quando a pessoa é incapaz de lembrar quando foi a última vez que não teve dor de cabeça ou dormiu bem.

Pacientes com a Síndrome de Burnout não conseguem parar de pensar nas tarefas, mas se sentem irritados com suas funções e os colegas. A depressão é caracterizada por tristeza e desânimo nos mais diversos aspectos da vida. Em geral, a culpa das pessoas deprimidas advém da falta de forças para realizar as tarefas cotidianas.

Síndrome de Burnout atinge 30% dos trabalhadores brasileiros

As três características da Síndrome de Bournout são:
– Exaustão física e mental: sensação de que a pessoa foi além do seu limite. Ela se sente desprovida de recursos físicos e emocionais para sair da situação;
– Cinismo e ceticismo: falta de empatia pelos colegas de trabalho e descrença na existência da própria crise pessoal;
– Baixa realização profissional, acompanhado de um sentimento de culpa pela baixa produtividade. A pessoa se sente incompetente e tenta compensar, trabalhando mais.

Para combater o estresse e prevenir o aparecimento da Síndrome de Burnout é muito importante ter prazer no trabalho. Isso pode vir com o reconhecimento, ainda que pequeno nas tarefas simples, realização e até dinheiro.

Como prevenção, Dra. Ana Maria Rossi lembra que os períodos de descanso de qualquer trabalhador precisam ser tanto físicos quanto cognitivos: não adianta a pessoa ficar pensando durante o fim de semana no relatório que não entregou, na resposta que estava esperando, etc. Se não for assim, esse afastamento pode causar uma ansiedade que alimenta ainda mais o estresse.

Para combater os efeitos do estresse no organismo, Dr. Daniel Barros dá 3 dicas: prática regular de exercício físico, sono adequado e meditação. O exercício estimula a produção de endorfina, que traz uma sensação de relaxamento. Além disso, o ganho de massa muscular ajuda na retirada da corrente sanguínea de algumas proteínas relacionadas ao estresse. E quem se mantém ativo diminui o estado inflamatório do organismo. Já a meditação, ajuda com o foco e afasta a procrastinação e outras potenciais interrupções.

Mas quando a síndrome já está instalada, o tratamento aliado aos antidepressivos é fundamental, além do afastamento do ambiente de trabalho.

Desemprego cria ‘funcionários-polvo’ e aumenta pressão sobre quem trabalha.

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Demissões têm levado vários profissionais ainda empregados a acumular funções Deu na BBC por Ingrid Fagundez.

Em uma grande agência de emprego no centro de São Paulo, uma cena se repete: com currículos em mãos, dezenas de pessoas formam fila para falar com a recepcionista. “Você se cadastrou no nosso site?”, ela pergunta. A frustração dos candidatos é visível, assim com o cansaço da mulher que, do outro lado do balcão, atende centenas deles em uma manhã. (mais…)

Tecnologia vai mudar dinâmica no mercado de trabalho.

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20151231-153916Deu no G1, por Pâmela Kometani: Até 45% das atividades serão automatizadas nos próximos dois ou três anos, mas 83% das empresas esperam manter ou aumentar o número de profissionais.

O avanço da tecnologia vai mudar a dinâmica do mercado de trabalho e até 45% das atividades feitas por profissionais podem ser automatizadas nos próximos dois ou três anos, fazendo com que a tecnologia substitua as tarefas cognitivas e as manuais para que as pessoas possam assumir tarefas não rotineiras e funções mais satisfatórias. (mais…)

Como fins de semana de três dias podem ajudar a salvar o mundo.

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Deu no The Conversation por Alex Williams.

Resultado de imagem para LESS WORKImagine se, em vez de curtir alguns feriadões ao longo do ano, tivéssemos três dias de fim de semana todas as semanas.

Não se trata apenas de uma boa ideia para quem quer passar mais tempo com a família ou praticar seus hobbies. Poderia ser uma maneira fácil de melhorar radicalmente o nosso ambiente e a economia. (mais…)

Funcionalismo Público no Brasil.

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Você acha que o Brasil tem muitos funcionários públicos? Espere para ver este gráfico do Terraço Econômico na Infomoney.

Costuma­-se ouvir muito que há muitos funcionários públicos no Brasil e que precisamos de um choque de eficiência. Contudo, se compararmos o número de servidores públicos ao total de trabalhadores em uma amostra de países, o Brasil não lidera a lista, muito pelo contrário. (mais…)