Notícias & Almanaque

As mentiras mais comuns em currículos.

Notícias.

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Deu no G1:

De acordo com Renata Motone, da empresa de recrutamento Luandre, muita gente ‘melhora’ o currículo e isso pode limar de vez as chances de contratação.

No desespero para conseguir uma vaga de emprego, alguns candidatos chegam a apelar para mentiras. Mas aquela “melhoradinha” no currículo que parece inofensiva pode riscar o nome de um profissional de vez da lista de possibilidades de contratação de uma empresa.

É o que diz Renata Motone, coordenadora de recursos humanos da companhia de recrutamento Luandre. Para ela, além de não ter as qualificações requeridas, o mentiroso ainda demonstra falta de ética.

“Frente a tudo que se acompanha no noticiário sobre a vida política no Brasil, a última coisa que queremos incentivar é a mentira”.

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Inteligente.

Almanaque.

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O trabalho de pensar.

Almanaque.

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Saturação em pesquisa qualitativa: estimativa empírica de dimensionamento.

Notícias & Epistemologia.

Artigo ➽ Cherques, Hermano Roberto Thiry – Saturação em pesquisa qualitativa: estimativa empírica de dimensionamento. PMKT: Revista Brasileira de Pesquisas de Marketing, Opinião e Mídia, v. 3, p. 20-27, 2009.

A saturação é o instrumento epistemológico que determina quando as observações deixam de ser necessárias, pois nenhum novo elemento permite ampliar o número de propriedades do objeto investigado. A dificuldade maior que o emprego do “critério de saturação” apresenta é o do dimensionamento ex-ante da pesquisa. Não há como prognosticar com rigor o tamanho e o tempo necessários à saturação. Neste texto discute-se a possibilidade de construir uma estimativa da extensão e do dispêndio de recursos com observações, a partir da predição do ponto de saturação baseada em indicadores determinados empiricamente.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

O acaso e a fortuna.

Notícias & Almanaque.

Artigo publicado: Cherques, Hermano Roberto Thiry (2003). O acaso e a fortuna. Revista de Ciências da Administração (CAD/UFSC), v. 5, p. 07-19, 2003.

Resultado de imagem para interpretationA dificuldade de compreensão de termos com acepções similares é uma decorrência natural do processo de globalização. As interpretações culturalmente condicionadas são inevitáveis no contexto econômico e organizacional da atualidade. Nesse artigo examinamos os significados dos conceitos de fortuna e de acaso e as consequências da sua indiferenciação nas relações entre a cultura administrativa anglo-saxã e a latina. Argumentamos que o desconhecimento da diferença de significados traz consequências nocivas à gestão intercultural, ao planejamento e à logística.

Clique aqui para ler o artigo original na íntegra.

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Ciência repensa o cérebro e mostra que ele não é feito para mudar de ideia.

Notícias.

Deu na Folha por Hélio Schwartsman.

Grupos pró e anti-Lula.

Autores de livros recentes no campo da ciência cognitiva procuram repensar o papel da razão e descrever as armadilhas que ela nos prepara. Segundo algumas novas hipóteses, a lógica é apenas um artifício retórico para persuadir, e nosso cérebro evoluiu de forma a nos convencer de que sabemos mais do que sabemos.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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O desafio da reprodutibilidade.

Notícias.

Deu no The New York Times.

Somente 11% a 25% dos estudos publicados sobre o câncer passam no teste de replicação. Imaginemos o que acontece em áreas menos relevantes.

Alguns anos atrás, cientistas da empresa de biotecnologia Amgen tentaram reproduzir 53 estudos sobre novas abordagens ao tratamento de cânceres. Eles conseguiram replicar apenas 11% dos resultados das pesquisas originais.

A ciência tem um problema de reprodutibilidade – e as consequências disso são amplas. Esses 53 estudos saíram em revistas científicas destacadas, e os 21 que foram publicados nas revistas de impacto mais alto foram citados em média 231 vezes cada em trabalhos subsequentes.

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Em 2011, a Bayer realizou um trabalho semelhante de réplica. Dos 67 projetos feitos para reproduzir experimentos, apenas 25% tiveram resultados que coincidiram com as conclusões originais.

Muitas empresas farmacêuticas realizam esse tipo de confirmação regularmente. Levando em conta que seu investimento de bilhões de dólares em pesquisas depende diretamente do sucesso dos projetos, a preocupação parece justificada.

Clique aqui para ler o artigo original na íntegra ou aqui para a matéria na Folha.

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Os argumentos dos liberais: reforma previdenciária & trabalhista.

Notícias.

Os dados estão no portal Indigo.

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Melhores Empresas para Trabalhar.

Notícias.

Veja aqui o Ranking Nacional das Melhores Empresas para Trabalhar da 21ª edição do Great Place to Work.

 

 

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O trabalhador (ser humano) ainda é necessário.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo, por Jennings Brown:

Por que todo mundo está odiando o Watson da IBM, inclusive quem ajudou a fazê-lo?

“Watson da IBM é o Donal Trump da indústria da IA – constatações surreais que não são apoiadas por dados confiáveis”.

“Não há nenhuma maneira de validar que o que estamos obtendo da IBM é exato, a menos que testemos nos pacientes reais em uma experiência.”

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O que fazer com o Velho?

Trabalho & Produtividade.

Na Revista Inteligência, meu artigo sobre o trabalho na terceira idade.

Três obras são fundamentais para entender a situação dos trabalhadores que alcançam transpor a maturidade. “Saber Envelhecer – Seguido de A Amizade”, de Cícero, que recolhe e informa os saberes sobre a velhice na Antiguidade, o ensaio “A Velhice”, de Simone de Beauvoir (1970), que descreve a situação sociopolítica do idoso, e “O tempo de memória”, de Norberto Bobbio (1997), que dá a perspectiva contemporânea da vida ativa do velho.

As palavras “idoso” e “velho” nomeiam aqueles que vão chegando à derradeira época da vida. Ambas denominações remetem a injustiças e incompreensões. Na nossa cultura, a palavra “idoso” liga-se à degradação física. Já o termo “velho” se relaciona à aversão social.

Se em determinadas culturas e épocas se espera que o idoso trabalhe até quando possa e se tenha pelo velho respeito e admiração; na nossa, o termo idoso é sinônimo de inútil, e o termo velho denota repulsa e desprezo.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Pesquisadores querem padrões mais altos em resultados científicos para evitar falsos positivos.

Epistemologia & Notícias.

Deu no Gizmodo por Ryan F. Mandelbaum:

“Ciência” pode significar algo maluco para você, como novos tratamentos inovadores, novos animais incríveis, explosões no espaço ou alguma química maluca. Mas, em sua essência, a ciência nada mais é do que o descarte de hipóteses baseado em evidências. Um novo debate agora está pegando fogo, sobre um dos conceitos importantes da ciência: como decidimos o que constitui um resultado positivo.

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Avaliando recursos humanos.

Almanaque.

O discurso próprio às avaliações do desempenho e da potencialidade dos recursos humanos parecem não terem evoluído muito desde o trabalho seminal de Jackall Robert.

Talvez com receio de serem considerados ineficientes, talvez conscientes de que os instrumentos de que dispõem são precários e mal fundamentados, os analistas do trabalho alheio desenvolveram uma linguagem quase impenetrável de eufemismos. (mais…)

Como chamar a vida entre o trabalho e a velhice?

Notícias & Almanaque.

Deu no The Economist.

Para que possamos tirar proveito de nossas vidas mais longas, é necessário criarmos uma nova categoria de idade.

Como você chama alguém com mais de 65 anos, mas que ainda não é idoso? Esta fase da vida, entre trabalho e decrepitude, carece de um nome. “Geriactivos” erra demais no lado da senescência. “Sunsetters” ou “Nightcappers” correm o risco de parecer condescendentes. Talvez “Nyppies” (Not yet Past It) ou “Owls” (Older, Working Less, Still earning) são mais propícios.

Denominar uma categoria de idade pode soar como um exercício frívolo, mas os estágios da vida são construções sociais, e a história mostra que o surgimento de uma nova classe pode desencadear mudanças profundas de atitude. Essa transfiguração é necessária para obtermos uma resposta apropriada às questões atuais referentes ao aumento da longevidade.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

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Automação e o Futuro.

Notícias & Almanaque.

Deu na CNBC por Anita Balakrishnan.

Jack Ma, o bilionário presidente do grupo Alibaba, acredita que a automação vai ajudar os trabalhadores do futuro a aproveitarem mais seu tempo de lazer. Na verdade, ele vê um futuro em que as pessoas vão trabalhar apenas 16 horas por dia, em 2047.

“Eu acho que, nos próximos 30 anos, as pessoas vão trabalhar apenas quatro horas por dia e talvez quatro dias por semana”, Ma disse essa semana, em uma conferência em Detroit. “Meu avô trabalhou 16 horas por dia na fazenda e achava que estava muito ocupado. Nós trabalhamos oito horas, cinco dias por semana, e achamos que estamos muito ocupados.”

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A propósito.

Almanaque.

Nota enviada por Enrique Saravia:

“Y aquella noche del 13 de mayo de 1904 el que sorprendió a todos los presentes fue Pío Baroja. Porque cuando se estaba hablando de los españoles y de las distintas clases de españoles, el novelista vasco sorprendió a todos y dijo:

La verdad es que en España hay siete clases de españoles… sí, como los siete pecados capitales. A saber:

 

1. Los que no saben;

2. Los que no quieren saber;

3. Los que odian el saber;

4. Los que sufren por no saber;

5. Los que aparentan que saben;

6. Los que triunfan sin saber y

7. Los que viven gracias a que los demás no saben.

 

Estos últimos se llaman a sí mismos políticos  y a veces hasta intelectuales.”

 

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Brasil é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta.

Notícias & Almanaque.

Deu na Folha, por Leão Serva:

Em diferentes palestras do Brazil Forum, neste sábado (13), em Londres, coube ao Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso abrir os trabalhos.

Ele comentou que o Brasil, sozinho, é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta – o país tem 3% da população mundial.

O magistrado citou o caso do Citibank, que desistiu de operar no Brasil quando detectou que obtinha no país 1% de suas receitas, mas sofria 93% das ações trabalhistas.

Depois comentou que 4% do PIB brasileiro é gasto com o custo do funcionalismo público, com o que procurou indicar o alto custo do Estado.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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O problema é outro.

Notícias & Almanaque.

Um estudo recente da Universidade de Oxford e Chicago mostra que até 85% dos empregos estão em risco de automação, especialmente nos países em desenvolvimento.

Clique na imagem e veja o infográfico montado pelo site Futurism:

 

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Qual é o princípio fundamental do direito do trabalho?

Notícias & Almanaque.

Deu na Folha, por Lucas Tófoli Lopes:

O bicho está pegando nas ruas e as mudanças na legislação são discutidas.

O direito do trabalho é um dos fatores que está no meio do cabo de guerra entre governo e opositores. E este campo do direito, por si só, já é delicado.

Gostaria de apresentar aqui os princípios do direito do trabalho consagrados pela doutrina (isto é, pelos principais autores da área).

Em tempo: o próprio conceito de “princípio” é muito discutido em Direito. Para entender esse post, vamos considerar “princípio” como os fundamentos que devem nortear a aplicação do direito e a produção de leis.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Empresas abrem espaço para ascensão de quem ‘foge’ de cargos de chefia.

Notícias & Almanaque.

Deu na Folha de São Paulo:

Imagem relacionadaSe até outro dia um funcionário pouco interessado em virar chefe era tido como acomodado, hoje as empresas já abrem novos caminhos para a ascensão de quem prefere se manter em cargos técnicos.

Com isso, cresce o reconhecimento da “carreira em Y” (veja quadro abaixo), modelo de progressão profissional em que os funcionários seniores podem se especializar em determinados ramos em vez de virar gerentes de área. (mais…)