desemprego

O problema é outro.

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Um estudo recente da Universidade de Oxford e Chicago mostra que até 85% dos empregos estão em risco de automação, especialmente nos países em desenvolvimento.

Clique na imagem e veja o infográfico montado pelo site Futurism:

 

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Sobre vínculos

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Deu no The New York Times:

correntes

Temos a ideia feliz de que o sol costuma nascer antes em outros lugares. Preferimos não lembrar que também costuma se por.

Desde 2010, na União Europeia, mais de metade dos novos postos de trabalho são de contratos temporários. O número de não-ocupados – trabalhadores que procuram emprego – só faz crescer.

Não há reversibilidade para este tipo de fenômeno. Ou nos preparamos para a mudança de paradigma do trabalho que se avizinha – o decréscimo acelerado do vínculo continuado – ou o mundo real nos engolfará em um emaranhado de práticas, direitos, normas, discursos e formações anacrônicas.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Sintomas do Bournout são parecidos com os da depressão, mas desencadeados pelo trabalho.

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Resultado de imagem para burnout syndromeDeu no G1: Mais de 70% dos trabalhadores brasileiros sofrem algum tipo de sequela do estresse. Em cada 100 milhões de pessoas, a Síndrome de Burnout atinge 32%. No ranking, o Brasil só perde para o Japão.

O Brasil tem mais de 12 milhões de desempregados, número oficial de pessoas que estão tentando uma oportunidade, mas não conseguem. Também não está fácil para quem está trabalhando e com medo de perder o emprego, muita gente tem trabalhado mais. É um estresse pra mostrar serviço, mistura de ansiedade e incerteza.

Motivos para se sentir pressionado no trabalho não faltam: volume de trabalho, pressão por resultados, corte de gastos, insegurança no trabalho, relação com o chefe, dificuldades ou pressão na vida pessoal e relacionamento com os colegas.

A ansiedade é uma resposta normal de todas as pessoas. É um sinal do corpo indicando que ele está preparado para correr ou lutar. Algumas alterações físicas bem perceptíveis são o aumento da frequência cardíaca e da respiração e o aumento da tensão e irrigação sanguínea na musculatura. O problema aparece quando esse quadro, que deve ser esporádico, se torna constante.

O cansaço pode ser classificado em 4 níveis: cansaço normal, cansaço frequente ou muito prolongado, fadiga permanente e exaustão e Burnout, quando a pessoa é incapaz de lembrar quando foi a última vez que não teve dor de cabeça ou dormiu bem.

Pacientes com a Síndrome de Burnout não conseguem parar de pensar nas tarefas, mas se sentem irritados com suas funções e os colegas. A depressão é caracterizada por tristeza e desânimo nos mais diversos aspectos da vida. Em geral, a culpa das pessoas deprimidas advém da falta de forças para realizar as tarefas cotidianas.

Síndrome de Burnout atinge 30% dos trabalhadores brasileiros

As três características da Síndrome de Bournout são:
– Exaustão física e mental: sensação de que a pessoa foi além do seu limite. Ela se sente desprovida de recursos físicos e emocionais para sair da situação;
– Cinismo e ceticismo: falta de empatia pelos colegas de trabalho e descrença na existência da própria crise pessoal;
– Baixa realização profissional, acompanhado de um sentimento de culpa pela baixa produtividade. A pessoa se sente incompetente e tenta compensar, trabalhando mais.

Para combater o estresse e prevenir o aparecimento da Síndrome de Burnout é muito importante ter prazer no trabalho. Isso pode vir com o reconhecimento, ainda que pequeno nas tarefas simples, realização e até dinheiro.

Como prevenção, Dra. Ana Maria Rossi lembra que os períodos de descanso de qualquer trabalhador precisam ser tanto físicos quanto cognitivos: não adianta a pessoa ficar pensando durante o fim de semana no relatório que não entregou, na resposta que estava esperando, etc. Se não for assim, esse afastamento pode causar uma ansiedade que alimenta ainda mais o estresse.

Para combater os efeitos do estresse no organismo, Dr. Daniel Barros dá 3 dicas: prática regular de exercício físico, sono adequado e meditação. O exercício estimula a produção de endorfina, que traz uma sensação de relaxamento. Além disso, o ganho de massa muscular ajuda na retirada da corrente sanguínea de algumas proteínas relacionadas ao estresse. E quem se mantém ativo diminui o estado inflamatório do organismo. Já a meditação, ajuda com o foco e afasta a procrastinação e outras potenciais interrupções.

Mas quando a síndrome já está instalada, o tratamento aliado aos antidepressivos é fundamental, além do afastamento do ambiente de trabalho.

Desemprego cria ‘funcionários-polvo’ e aumenta pressão sobre quem trabalha.

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Demissões têm levado vários profissionais ainda empregados a acumular funções Deu na BBC por Ingrid Fagundez.

Em uma grande agência de emprego no centro de São Paulo, uma cena se repete: com currículos em mãos, dezenas de pessoas formam fila para falar com a recepcionista. “Você se cadastrou no nosso site?”, ela pergunta. A frustração dos candidatos é visível, assim com o cansaço da mulher que, do outro lado do balcão, atende centenas deles em uma manhã. (mais…)

Demissão por justa causa.

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Empregado pode receber advertências por comportamento indevido. Furto de comida da geladeira também pode causar dispensa.

Deu no G1:

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Lesar a empresa, divulgar informações confidenciais do trabalho e cometer ações contra a segurança nacional são algumas das situações que podem levar à demissão por justa causa do trabalho. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê algumas situações em que o profissional pode ser demitido dessa forma. (mais…)

Jovens valorizam horário flexível e plano de carreira.

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Ao avaliar proposta de emprego, jovens checam até reputação da empresa.
Geração Y valoriza companhias que deixam o ambiente mais agradável.

Deu no G1:

Plano de carreira bem estruturado, pacote de benefícios diversificado, horários flexíveis e reputação positiva são alguns dos fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar uma proposta de trabalho, segundo pesquisa da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado de profissionais de suporte à gestão, parte do PageGroup.

“A geração Y tem valores diferentes. Para eles, não basta apenas ter um bom cargo e salário. Isso é importante também, mas não é tudo. Os jovens estão de olho nas empresas que procuram tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Para eles, a vida corporativa e de trabalho formal parece pouco atrativa. Restrições de comportamento e horário, por exemplo, que condicionaram a vida de seus pais, soam ultrapassados”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, de junho a outubro de 2015, cerca de 2 mil profissionais de todo o Brasil para entender quais são suas reais impressões sobre o mercado de trabalho. Buscou saber como enxergam suas carreiras em termos de progressão, movimentação e a influência de seus empregadores no seu futuro.

Veja os fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar um emprego:
1) Plano de carreira bem estruturado – 66%
2) Pacote de benefícios diverso – 57%
3) Horários flexíveis de trabalho – 37%
4) Reputação positiva da companhia – 33%
5) Habilidade de oferecer desafios constantes – 29%
6) Transparência na avaliação de resultados – 25%
7) Possibilidade de job rotation/ gestão de projetos – 20%
8) Habilidade da companhia se renovar e ser bem sucedida – 20%
9) Empresa com programas de responsabilidade social – 5%
10) Empresas com programas consolidados de sustentabilidade – 4%

Clique aqui para saber mais.

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Prepare-se: você vai ser demitido.

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5 tendências que mostram como o emprego da vida pode não existir mais.

por João Marcelo Meira em Updateordie.com.

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Cursar o primário. Descobrir o que fazer da vida. Passar no vestibular. Arrumar um emprego. Casar e ter filhos. Aposentar. Netos. Fim.

Esse é o enredo perfeito da história de um ser humano comum. O problema é que um cenário completamente novo está nascendo e mudando o roteiro desse filme. E o pior: às vezes, o protagonista não beija a princesa e o vilão ganha a guerra.

O Dudu Obregon da Perestroika citou um dado interessante em uma de suas palestras: em 2011, existia uma empresa para cada 75 pessoas no mundo. Em 2030, esse número vai cair para uma a cada 10 pessoas.

De um lado, isso mostra como megacorporações perderão lugar para pequenos negócios que atendem nichos e demandas específicas. Do outro, indica como existirá cada vez mais gente empreendendo.

Ou seja, o cenário pode ser catastrófico se olhado pela ótica das demissões, mas pode ser sensacional para quem souber aproveitar as oportunidades que estão para nascer.

A Fundação Telefônica Vivo elaborou uma pesquisa para mapear tendências mundiais para os próximos anos.

Clique aqui para saber mais.

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As insurreições e seus efeitos

CATEGORIA PT

Étienne_MarcelNão é a toa que os governos fazem de tudo para evitar o desemprego. Entre outras coisas, o trabalho é um dispositivo de domesticação. Tem um papel fundamental no controle das massas. O mote eclesiástico “ora e labora” tinha (tem) como propósito fatigar o corpo e ocupar o espírito e o tempo que não é dado à devoção, evitando as insurreições contra a carestia e a injustiça social.

Estas insurreições perturbam a vida dos príncipes, dos líderes e dos comissários. Mas não se tem noticia de alguma que tenha melhorado as condições dos trabalhadores.

A mais memorável delas foi a de 1357, comandada por Étienne Marcel (1316-1358), preboste de Paris. A Guerra dos Cem Anos, particularmente o cerco montado pelos ingleses, havia levado os pequenos burgueses e os trabalhadores de Paris à miserabilidade. Marcel liderou uma greve geral e matou dois príncipes a marretadas. Ao fim, foi massacrado pelos burgueses que pretendeu defender. A sua estátua, instalada em frente ao Hotel de Ville, olha sobranceria para os turistas que passam. Marcel carrega uma espada embainhada. A marreta lhe foi escamoteada. Assim como os parcos benefícios que obteve para os trabalhadores de Paris.

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