emprego

O problema é outro.

Notícias & Almanaque.

Um estudo recente da Universidade de Oxford e Chicago mostra que até 85% dos empregos estão em risco de automação, especialmente nos países em desenvolvimento.

Clique na imagem e veja o infográfico montado pelo site Futurism:

 

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Os robôs já estão substituindo trabalhadores humanos a uma taxa alarmante.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo por George Dvorsky.

Sabemos, ou ao menos suspeitamos, que os robôs estão tomando os empregos das pessoas, mas uma nova pesquisa mostra o nível dramático com que robôs industriais estão substituindo trabalhadores humanos e forçando os salários para baixo.

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Sobre vínculos

Notícias & Almanaque.

Deu no The New York Times:

correntes

Temos a ideia feliz de que o sol costuma nascer antes em outros lugares. Preferimos não lembrar que também costuma se por.

Desde 2010, na União Europeia, mais de metade dos novos postos de trabalho são de contratos temporários. O número de não-ocupados – trabalhadores que procuram emprego – só faz crescer.

Não há reversibilidade para este tipo de fenômeno. Ou nos preparamos para a mudança de paradigma do trabalho que se avizinha – o decréscimo acelerado do vínculo continuado – ou o mundo real nos engolfará em um emaranhado de práticas, direitos, normas, discursos e formações anacrônicas.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Como fins de semana de três dias podem ajudar a salvar o mundo.

Notícias & Almanaque.

Deu no The Conversation por Alex Williams.

Resultado de imagem para LESS WORKImagine se, em vez de curtir alguns feriadões ao longo do ano, tivéssemos três dias de fim de semana todas as semanas.

Não se trata apenas de uma boa ideia para quem quer passar mais tempo com a família ou praticar seus hobbies. Poderia ser uma maneira fácil de melhorar radicalmente o nosso ambiente e a economia. (mais…)

Elon Musk acha que precisaremos de renda básica universal num futuro sem trabalho.

Notícias & Almanaque.

Por Eve Peyser em Gizmodo.

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Elon Musk acha que precisaremos de uma renda básica universal no futuro por causa da automação.

“As pessoas terão tempo de fazer outras coisas, coisas mais complexas e mais interessantes”, disse ele à CNBC. “Certamente teremos mais tempo para o lazer. E então precisaremos descobrir como iremos integrar um mundo e um futuro com muita inteligência artificial.”

“No final das contas, acho que precisará existir uma simbiose com uma superinteligência digital”, completou o CEO da Tesla. (mais…)

Um chefe ruim pode deixar os funcionários doentes.

Notícias & Almanaque.

Is Your Boss Worse Than Cigarettes?

O médico e escritor Travis Bradberry publicou um artigo no LinkedIn que aponta: um chefe ruim pode fazer tão mal para a saúde dos funcionários quanto fumar passivamente. E quanto mais tempo uma pessoa trabalha para alguém que a deixa infeliz, maiores são os danos para a saúde mental e física.

Dados da Associação de Psicologia dos Estados Unidos, publicados no artigo da revista Quartz revelam que 75% dos trabalhadores americanos consideram seus chefes a maior razão de estresse no trabalho. Contudo, 59% dessas pessoas não largariam o emprego, mesmo infelizes. (mais…)

Bauman: nós, os supérfluos.

Trabalho & Produtividade.

Três conceitos fundamentais do sociólogo teórico Zygmunt Bauman ajudam a compreender as implicações da eliminação dos postos de trabalho. São eles: o de modernidade líquida, o de resíduos humanos, o de populações supérfluas. (mais…)

Brasil é último em ranking de criação de emprego da OCDE.

Notícias & Almanaque.

Segundo relatório, país terá, em 2016, maior saldo negativo (quando demissões superam contrações ) – de 1,6% – entre 44 nações pesquisadas.

Deu no G1 por Daniela Fernandes de Paris para a BBC Brasil:

Em razão da crise econômica, o Brasil deve ter, em 2016, o pior desempenho na criação de empregos na comparação com outros 43 países, de acordo com um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado nesta quinta-feira (7).ha_vagas copy

Desemprego fica em 11,2% no trimestre encerrado em maio

Segundo o relatório, o Brasil deve registrar um saldo negativo de empregos (quando as demissões superam as contratações) de 1,6% neste ano, enquanto nos países da OCDE a previsão é de crescimento de 1,5% dos postos de trabalho em 2016. (mais…)

Demissão por justa causa.

Notícias & Almanaque.

Empregado pode receber advertências por comportamento indevido. Furto de comida da geladeira também pode causar dispensa.

Deu no G1:

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Lesar a empresa, divulgar informações confidenciais do trabalho e cometer ações contra a segurança nacional são algumas das situações que podem levar à demissão por justa causa do trabalho. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê algumas situações em que o profissional pode ser demitido dessa forma. (mais…)

Jovens estão insatisfeitos com sistema corporativo atual.

Notícias & Almanaque

Deu no G1:

young-people-at-workGrande parte das empresas hoje apresenta uma estrutura hierarquizada, com diferentes níveis de autonomia. Porém, pesquisa feita com a pergunta “Se você pudesse mudar algo no mundo corporativo, o que seria?” mostra que a visão atual de quem está ingressando no mercado mudou.

Levantamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) realizado com 10.258 jovens de todo o país, de 15 a 26 anos, entre os dias 28 de março e 8 de abril, mostra que 36,56% “acabariam com a hierarquia e todos seriam iguais”.

De acordo com a coordenadora de treinamento do Nube, Yolanda Brandão, “o papel do líder se transformou nas últimas décadas. Em sua agenda, deve haver tempo para a equipe, para compreender quais são suas metas na vida, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional e assim, traçar estratégias e acompanhar o desenvolvimento de seus colaboradores individualmente”, diz.

Outros 30,53% dizem estar insatisfeitos e “mudariam tudo: o sistema está ultrapassado”. “O sentimento de angústia ocasionado pela incapacidade de solucionar as diferenças entre o cenário idealizado e a realidade acarreta nesse desânimo. As pessoas se imaginam felizes e realizadas em um cargo e, no entanto, o caminho geralmente vem com obstáculos e dificuldades, nem sempre previstas, derivando em frustração”.

No entanto, especificamente para as gerações Y e Z, parte da insatisfação é a aparente falta de velocidade para a efetivação de realizações e a impossibilidade de reproduzir tarefas importantes em diferentes áreas, simultaneamente. “As organizações devem manter um espaço saudável de comunicação com esses jovens, pois são acostumados a uma vida social agitada e rica, assim como no ambiente virtual e projetam isso também no mundo corporativo”, afirma.

Já 19,9% encontram-se satisfeitos e “não mudariam nada, já está bem estruturado”. Para a especialista, os respondentes “não necessariamente têm informações suficientes para pensar em outro modelo de trabalho possível”, por ainda estarem no início da jornada corporativa.

Por fim, 13,01% acreditam ser melhor “não ter horário nem local para trabalhar”. “O home office, por exemplo, ganhou espaço nos últimos anos e permite um trabalho remoto, seja de casa, durante uma viagem, em um café, e mesmo não significando liberdade total, esse molde atende em partes o anseio dos novos profissionais”, diz.

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Emprego e emancipação.

Ética & Credibilidade

hegel copyA fórmula jurídica que regia a aquisição de um escravo na Roma dos césares – a mancipatio (literalmente, “agarrar com as mãos”) – continha a seguinte declaração capital:

Afirmo que este escravo é de minha propriedade, de acordo com o direito quiritário (dos patrícios romanos) e que foi comprado mediante cobre pesado”.

Os sistemas atuais de contratação não diferem ideologicamente da mancipatio.

Deveres como os de cumprir horários, conduzir-se socialmente de determinada maneira, executar tarefas sabidamente inúteis limitam a liberdade do trabalhador.

Obrigações como a do vínculo e imposição sindical e das férias em períodos não desejados são francamente tutelares.

Artifícios como o do 13º salário e o das contribuições compulsórias para a aposentadoria, seja pela retenção de direitos até uma data que pode não ser a da conveniência do empregado, seja pela expropriação sem retorno ou alternativa de seus rendimentos, servem mais para financiar as instituições e o capital que se apropria (torna sua a propriedade) do direito sobre as escolhas vitais do trabalhador.

Ao equalizarem deveres de servidão a regras castradoras de liberdade as formas jurídicas que regulam os vínculos empregatícios lançam a mão sobre a autarkéia, o direito do trabalhador de definir sua vida e seu destino. Pertencem à esfera da mancipatio, não do seu contrário, a emancipação.

 

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Burckhardt, Martin (2011) Pequena história das grandes ideias; como a filosofia inventou o nosso mundo; Tradução de Petê Rissatti; Rio de Janeiro; Tinta Negra Bazar Editorial. Pg. 54

Como responder a 5 perguntas imbecis em entrevistas de emprego.

Notícias & Almanaque

por Liz Ryan em Forbes Brasil.

 

Ao fazer uma entrevista de emprego podemos nos deparar com diversas situações, inclusive, perguntas ultrapassadas. Mas, nestas horas, a não ser que você se levante e saia andando, a saída é responder, não importa o quão ridícula ou juvenil a questão possa ser.

Pensando nisso, existem três tipos de respostas possíveis: a tradicional, sem grandes inovações; aquela que demonstra um pouco mais de personalidade; e a considerada ideal que pode trazer boas ofertas de emprego.

Veja aqui a melhor maneira de responder a 5 perguntas imbecis.

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Jovens valorizam horário flexível e plano de carreira.

Notícias & Almanaque

Ao avaliar proposta de emprego, jovens checam até reputação da empresa.
Geração Y valoriza companhias que deixam o ambiente mais agradável.

Deu no G1:

Plano de carreira bem estruturado, pacote de benefícios diversificado, horários flexíveis e reputação positiva são alguns dos fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar uma proposta de trabalho, segundo pesquisa da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado de profissionais de suporte à gestão, parte do PageGroup.

“A geração Y tem valores diferentes. Para eles, não basta apenas ter um bom cargo e salário. Isso é importante também, mas não é tudo. Os jovens estão de olho nas empresas que procuram tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Para eles, a vida corporativa e de trabalho formal parece pouco atrativa. Restrições de comportamento e horário, por exemplo, que condicionaram a vida de seus pais, soam ultrapassados”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, de junho a outubro de 2015, cerca de 2 mil profissionais de todo o Brasil para entender quais são suas reais impressões sobre o mercado de trabalho. Buscou saber como enxergam suas carreiras em termos de progressão, movimentação e a influência de seus empregadores no seu futuro.

Veja os fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar um emprego:
1) Plano de carreira bem estruturado – 66%
2) Pacote de benefícios diverso – 57%
3) Horários flexíveis de trabalho – 37%
4) Reputação positiva da companhia – 33%
5) Habilidade de oferecer desafios constantes – 29%
6) Transparência na avaliação de resultados – 25%
7) Possibilidade de job rotation/ gestão de projetos – 20%
8) Habilidade da companhia se renovar e ser bem sucedida – 20%
9) Empresa com programas de responsabilidade social – 5%
10) Empresas com programas consolidados de sustentabilidade – 4%

Clique aqui para saber mais.

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Prepare-se: você vai ser demitido.

Notícias & Almanaque

5 tendências que mostram como o emprego da vida pode não existir mais.

por João Marcelo Meira em Updateordie.com.

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Cursar o primário. Descobrir o que fazer da vida. Passar no vestibular. Arrumar um emprego. Casar e ter filhos. Aposentar. Netos. Fim.

Esse é o enredo perfeito da história de um ser humano comum. O problema é que um cenário completamente novo está nascendo e mudando o roteiro desse filme. E o pior: às vezes, o protagonista não beija a princesa e o vilão ganha a guerra.

O Dudu Obregon da Perestroika citou um dado interessante em uma de suas palestras: em 2011, existia uma empresa para cada 75 pessoas no mundo. Em 2030, esse número vai cair para uma a cada 10 pessoas.

De um lado, isso mostra como megacorporações perderão lugar para pequenos negócios que atendem nichos e demandas específicas. Do outro, indica como existirá cada vez mais gente empreendendo.

Ou seja, o cenário pode ser catastrófico se olhado pela ótica das demissões, mas pode ser sensacional para quem souber aproveitar as oportunidades que estão para nascer.

A Fundação Telefônica Vivo elaborou uma pesquisa para mapear tendências mundiais para os próximos anos.

Clique aqui para saber mais.

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Relações Modernas de Trabalho

CATEGORIA PT

A animação El Empleo (O Emprego), do diretor argentino Santiago Grasso, questiona as relações de trabalho modernas, na qual as pessoas são tratadas como objetos.

Em 5 minutos e sem diálogos, o filme retrata um dia na vida de um trabalhador – do café da manhã até a chegada no escritório. A animação ganhou 103 prêmios internacionais.

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Contratos imediatos

CATEGORIA NT

Matéria da Folha de São Paulo publicada dia 29/06/2014 na coluna  Mercado Aberto.

 
folha_de_s_paulo_136114Grandes empresas mudaram sua forma de contratar. Recomendações e redes sociais ganham novo status na busca por talentos. LinkedIn sobressai.

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Acordo de cavalheiros? Escravização?

CATEGORIA NT

Deu na Reuters.

Apple, Google e outras pagam US$ 300 milhões por evitarem contratar funcionários da concorrência.

Rob Cook da Pixar pede autorização a JobsEm 2011, cinco funcionários do Vale do Silício decidiram processar Apple, Google, Intel e Adobe por uma prática nociva de recursos humanos: elas teriam firmado um “acordo de cavalheiros” para não contratarem talentos umas das outras. O processo acabou virando uma ação coletiva, representando 64.000 pessoas, e seria julgado no fim de maio. Mas as empresas decidiram fechar acordo extrajudicial e pagar US$ 324 milhões, segundo a Reuters.

Ao se unirem para não “roubarem” funcionários umas das outras, as empresas de tecnologia evitam aumentar a remuneração deles – afinal, não é necessário fazer uma contraproposta para evitar que eles saiam. Essa prática ocorreu entre 2005 e 2009; em 2010, Google, Apple, Adobe, Intel, Intuit e Pixar fizeram um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA para nunca mais firmarem esse tipo de acordo.

A ação coletiva iria cobrar US$ 3 bilhões em danos, o que poderia triplicar para US$ 9 bilhões sob a lei antitruste dos EUA. Com o acordo extrajudicial, isso não vai mais acontecer. 

Mas há quem acredite na permanência dos acordos de não-contratação entre algumas empresas bem grandes ainda nos dias de hoje.

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Pesquisa do IBGE derruba três mitos do governo Dilma sobre o emprego

CATEGORIA NT

Matéria da Folha de São Paulo publicada dia 18/04/2014 no caderno Dinheiro Público & Cia.

Suspensa de maneira de controversa, a pesquisa ampliada do IBGE sobre o mercado de trabalho tem o potencial de derrubar mitos propagados pelo governo Dilma Rousseff sobre o emprego no país.

Apurados em todo o país, os números mostram que o cenário atual é, sim, favorável, mas não a ponto de autorizar afirmações de tom épico como as mostradas abaixo, retiradas de discursos da presidente.

1) “Nós hoje, no Brasil, vivemos uma situação especial. Nós vivemos uma situação de pleno emprego.” (Dilma, 29/01/13)

O mito revisto“Nós chegamos próximos do pleno emprego.” (Dilma, 17/07/13)

Os dados: A tese do (quase) pleno emprego se amparou nos resultados da pesquisa mais tradicional do IBGE, limitada a seis regiões metropolitanas, que mostra desemprego na casa dos 5%.

A pesquisa ampliada que começou a ser divulgada neste ano mostra taxa mais alta, de 7,1% na média de 2013, e, sobretudo, desigualdades regionais: no Nordeste, o desemprego médio do ano ficou em 9,5%.

2) “O Brasil, hoje, é um país que, em meio à crise econômica das mais graves, talvez a mais grave desde 1929, é um país que tem a menor taxa de desemprego do mundo.” (Dilma, 14/06/13)

O mito revisto: “Hoje nós temos uma das menores taxas de desemprego do mundo. (Dilma, no mesmo discurso)

Os dados: Em comparação com o resto do mundo, não há nada de muito especial na taxa brasileira. É semelhante, por exemplo, à dos Estados Unidos (6,7% em março), que ainda se recuperam de uma das mais graves crises de sua história.

O desemprego no Brasil é menor que o de importantes países europeus, mas supera o de emergentes como Coreia do Sul (3,9%), China, (4,1%,), México (4,7%) e Rússia (5,6%), além de ricos como Japão (3,6%), Noruega (3,5%) e Suíça (3,2%).

3) “Temos o menor desemprego da história.” (Dilma, 23/12/12)

O mito não foi revisto.

Os dados: A base da afirmação é que a taxa apurada em apenas seis metrópoles é a menor apurada pela atual metodologia, iniciada em 2001. Já foram apuradas no passado, com outros critérios, taxas iguais ou mais baixas.

A pesquisa ampliada permite comparações com taxas apuradas no passado por amostras de domicílios. Dados do Ipea mostram que o desemprego atual é semelhante, por exemplo, ao medido na primeira metade nos anos 90.

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O valor do salário.

Trabalho & Produtividade.

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Uma pesquisa da Duke University constatou empiricamente o contrário do que pregam muitas teorias sobre trabalho e emprego. Independentemente do interesse profissional, 82% dos trabalhadores dão preferência ao emprego melhor remunerado, mesmo que tenha que desempenhar tarefas aborrecidas e pouco promissoras.

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Escritórios: uma espécie em extinção

CATEGORIA NT

EmptyOfficePicProfissionais que trabalham em casa (“home-office”) são uma tendência cada vez mais acentuada nos dias atuais. Diversas pesquisas mostram que o número desses profissionais está aumentando e que o fato está sendo muito bem aceito pelo mercado.

Se a TV matou o rádio, a Internet está matando os escritórios convencionais. De acordo com um estudo, do qual participou a Microsoft, a recessão, os dispositivos móveis e a geração que está crescendo com os computadores está revolucionando o mundo profissional – está havendo cada vez mais pessoas trabalhando em home offices, poupando às empresas os custos de manutenção de um lugar fixo de trabalho.

De acordo com a revista especializada Computer Weekly, o estudo – realizado por acadêmicos do setor público britânico e o Institute of Directors (organização britânica que luta pelos interesses dos diretores de empresas) – poderá vir a ter um impacto profundo na organização das empresas. Cada vez mais o objetivo será o de dar liberdade de movimentos aos diretores das empresas e aos seus funcionários, especialmente àqueles que trabalham em setores mais independentes.

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