Estadão

Realidade Aumentada.

Notícias & Almanaque.

Deu no Estadão por Bruno Capelas.

Com óculos, engenheiro ‘enxerga’ especificações dos elevadores na manutençãoPopularizada por Pokémon Go em 2016, tecnologia que aplica camada virtual sobre o mundo real está sendo usada para modernizar treinamentos e manutenção; ainda em desenvolvimento e pouco acessível, sistema deve ficar longe de consumidores.

Adicionar uma camada de informações virtuais ao mundo real, com ajuda de uma tela ou lente. Essa é a ideia por trás da realidade aumentada, tecnologia que foi apresentada ao mundo em 2016 por um dos grandes sucessos dos games na temporada: Pokémon Go. Com mais de 500 milhões de downloads, o jogo que fez todo mundo caçar monstrinhos na tela do celular é uma amostra do potencial da realidade aumentada, que pode mudar radicalmente o mundo do trabalho no futuro. (mais…)

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A batalha contra os privilégios.

Notícias & Almanaque.

 Deu no Estadão por José Fucs.

Para baixar os custos de pessoal, profissionalizar a administração e conter as greves nos serviços públicos, o governo terá de enfrentar o corporativismo dos servidores e a resistência do Congresso e do Judiciário às mudanças.

O mamute – um paquiderme pré-histórico com espécies que chegavam a alcançar cinco metros de altura e a pesar até dez toneladas – é considerado um dos maiores mamíferos de todos os tempos. Para efeito de comparação, o elefante, seu parente moderno e o maior animal terrestre existente hoje, pesa, no máximo, seis toneladas e sua altura não supera quatro metros. Talvez, por isso, o Estado brasileiro – gigante, pesado e lerdo – seja frequentemente comparado a um mamute. Mesmo com sua força e seu tamanho, o elefante parece acanhado para simbolizar as proporções extraordinárias adquiridas pelo Estado no País. (mais…)

A maldição do trabalho em equipe.

Notícias & Almanaque

Deu no The Economist (via Estadão):

Na moderna administração de empresas, as atividades colaborativas têm um status que beira a santidade. As empresas põem seus funcionários em escritórios de plano aberto (open-space offices) para favorecer a ocorrência de eventuais encontros profícuos. Os executivos exigem que seus subalternos acrescentem novas ferramentas colaborativas, como os softwares Slack e Chatter, às já existentes, como o e-mail e o telefone. Teóricos da administração recomendam que os funcionários das empresas sejam bons cidadãos corporativos, ajudando-se constantemente uns aos outros.

A moda da colaboração faz algum sentido. Se as organizações existem é porque, coletivamente, as pessoas são capazes de fazer coisas que não estão a seu alcance individualmente. Na conversa com os colegas podem surgir ideias valiosas. Estar em contato com funcionários de outros departamentos pode ser útil. Mas isso não justifica obrigar as pessoas a trabalhar em espaços enormes e barulhentos ou bombardeá-las com mensagens eletrônicas. Por incrível que pareça, o culto à colaboração atingiu seu apogeu justamente nos setores da economia em que o mais importante é que os funcionários possam se dedicar a períodos ininterruptos de concentração, pois é lidando com grandes volumes de dados e informações que eles ganham a vida: os escritórios de plano aberto tornaram-se quase onipresentes nas empresas que fazem uso intensivo de conhecimento. O Facebook construiu para seus funcionários aquela que dizem ser a maior dessas áreas abertas, totalizando 40 mil m².

No escritório do Facebook, funcionários trabalham juntos

No escritório do Facebook, funcionários trabalham juntos.

Por ora, os chamados “trabalhadores do conhecimento” sofrem em silêncio ou se queixam reservadamente, pois a disposição em colaborar aumenta a chance de promoção. Mas há uma reviravolta em curso: a matéria de capa do último número da Harvard Business Review (HBR) tem como tema a “sobrecarga colaborativa”; e Cal Newport, da Universidade de Georgetown, acaba de publicar um livro intitulado Deep Work: Rules for Focused Success in a Distracted World (“Trabalho em Profundidade: regras para vencer com foco em meio a um mundo disperso”).

Um número cada vez maior de pesquisas acadêmicas mostra que o problema é sério. Gloria Mark, da unidade de Irvine da Universidade da Califórnia, verificou que as interrupções, mesmo quando breves, aumentam significativamente o tempo total necessário à conclusão de uma tarefa. Diversos estudos comprovam que o trabalho perde em qualidade e se arrasta por mais tempo quando o funcionário se dedica simultaneamente a diversas tarefas (multitasking). Sophie Leroy, da Universidade do Minnesota, acrescentou uma perspectiva interessante ao argumento: mudar rapidamente de uma tarefa para outra também reduz a eficiência, em razão de algo que a professora chama de “atenção residual”. O cérebro continua a pensar sobre a tarefa anterior mesmo quando passa para a seguinte.

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Misturar avaliação e TI melhora produtividade?

Notícias & Almanaque.

Deu no Estadão:

Por Leonardo Trevisan, professor da PUC

taylorismDa avaliação ninguém escapa. Ótimo. Incluindo os próprios métodos usados para medir comportamento, relacionamento e conhecimento técnico de qualquer funcionário. Exemplo: qual o limite no exame da eficiência individual no trabalho? Tecnologia ajuda?

A crença é de que avaliamos para medir produtividade. Aqui, por que não lembrar Frederick Taylor? Aumentar produtividade exigia “suas” três normas: fracionar funções complexas em simples, avaliar tudo que os trabalhadores fazem e vincular salário a desempenho, com bônus aos esforçados e demissão aos céticos. (mais…)

Empresas de SC têm os funcionários mais satisfeitos do País

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estadaoDeu no Estadão: São Paulo e Rio de Janeiro são considerados os principais polos econômicos do País, mas quando o assunto é satisfação do funcionário no emprego, quem fica em primeiro é Santa Catarina. Foi o que apontou uma pesquisa da Love Mondays, comunidade de carreiras que mede a satisfação do trabalhador em cada empresa.

No levantamento, realizado entre janeiro e fevereiro deste ano a partir de 20 mil comentários coletados no portal – onde as pessoas classificam a satisfação no trabalho de uma a cinco estrelas –, Santa Catarina obteve a maior média (3,47) de contentamento do país, seguido por outros dois estados da região Sul: Paraná (3,37) e Rio Grande do Sul (3,25).

Entre os motivos apontados na pesquisa, os aspectos mais destacados positivamente pelos funcionários nesses Estados foram os benefícios corporativos, aprendizado profissional e progressão na carreira, afirma Luciana Coletti, CEO e co-fundadora da Love Mondays.

“O que mais surpreendeu na pesquisa foi o fato de Rio de Janeiro (10º lugar) e São Paulo (8°), que são os maiores polos econômicos do País, terem ficado em posições mais baixas no ranking. Vemos que o trabalhador tem um grau de insatisfação grande nesses Estados”, afirma.

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Você trabalha demais?

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Reduced-Ramadan-Hours-for-Private-Sector-in-UAEDeu no Economist.com & Estadão: Economistas suspeitam há algum tempo que mais horas de trabalho poderiam diminuir a produtividade. John Hicks, economista britânico, avaliou que “essa mensagem nunca entrou na cabeça da maioria dos empregadores de que a jornada de trabalho poderia ser encurtada e ainda assim gerar aumento na produtividade.” Hicks fundamentou que, com mais horas, a produção por hora cairia. Como se os trabalhadores perdessem energia e se tornassem menos produtivos.

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Samsung

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Sobreviver ao trabalho

Deu no Gizmodo – MPT – Repórter Brasil – BBC/G1 – Dow Jones/Estadão.

Por más condições de trabalho, Samsung é processada em R$ 250 milhões no Brasil.

A Samsung está sendo processada pelo Ministério Público do Trabalho por irregularidades relacionadas à pressão sobre os trabalhadores por produtividade (menos de 2 minutos para montar um smartphone), não cumprimento das disposições relativas a descanso e férias e por falta de condições de trabalho. O histórico da corporação, que já tem na justiça mais de 1200 ações trabalhistas, não é bom. Correu o mundo o caso enfrentado por ela nas suas fábricas da China pelos mesmos motivos apontados na fábrica de Manaus, uma das maiores da empresa no mundo.

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Seis em cada dez trabalhadores trocam de emprego em um ano

CATEGORIA NT

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Deu no Estadão.

Diante da alta rotatividade, governo deve mudar concessão de benefícios para estimular permanência no emprego.

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