Folha

Brasil é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta.

Notícias & Almanaque.

Deu na Folha, por Leão Serva:

Em diferentes palestras do Brazil Forum, neste sábado (13), em Londres, coube ao Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso abrir os trabalhos.

Ele comentou que o Brasil, sozinho, é responsável por 98% dos processos trabalhistas em todo o planeta – o país tem 3% da população mundial.

O magistrado citou o caso do Citibank, que desistiu de operar no Brasil quando detectou que obtinha no país 1% de suas receitas, mas sofria 93% das ações trabalhistas.

Depois comentou que 4% do PIB brasileiro é gasto com o custo do funcionalismo público, com o que procurou indicar o alto custo do Estado.

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Qual é o princípio fundamental do direito do trabalho?

Notícias & Almanaque.

Deu na Folha, por Lucas Tófoli Lopes:

O bicho está pegando nas ruas e as mudanças na legislação são discutidas.

O direito do trabalho é um dos fatores que está no meio do cabo de guerra entre governo e opositores. E este campo do direito, por si só, já é delicado.

Gostaria de apresentar aqui os princípios do direito do trabalho consagrados pela doutrina (isto é, pelos principais autores da área).

Em tempo: o próprio conceito de “princípio” é muito discutido em Direito. Para entender esse post, vamos considerar “princípio” como os fundamentos que devem nortear a aplicação do direito e a produção de leis.

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Empregado do futuro vai trabalhar 1 ou 2 dias por semana

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278012C5-09D9-4DFB-B52076BD28B7A747Deu na Folha:

Os avanços da tecnologia vêm transformando as relações de trabalho e o cenário industrial e de grandes empresas. “O empregado do futuro vai trabalhar 1 ou 2 dias por semana com muito mais eficiência do que a pessoa que sua sangue e “se mata” no trabalho”, disse o colunista da Folha Luli Radfathrer, durante o programa da TV Folha sobre digitalização exibido nesta quarta (30/09/2015).

Veja mais neste neste link.

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Gestão horizontal: ambiente mais criativo e maior organização

CATEGORIA NTDeu na Folha:

Gestões horizontais, participativas ou colaborativas vão desde a abolição quase total de hierarquia na empresa à redução de cargos de chefia. Modelos assim, flexíveis, são testados desde os anos 1960, contudo, nos últimos anos, ganharam novo fôlego ao serem reinventados pelas start-ups.

Confira aqui exemplos que têm dado certo na matéria de Fernanda Perrin.

Um trabalhador americano produz como quatro brasileiros

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folha_de_s_paulo_136114Deu na Folha: O trabalhador norte-americano é o mais produtivo do mundo. E em um dia de trabalho, são necessário quatro trabalhadores brasileiros para alcançar o mesmo nível de produtividade de acordo com pesquisas. O motivo? Baixo nível educacional, falta de mão de obra qualificada e poucos investimentos em inovação e tecnologia.

De acordo com os dados da Conference Board, organização que reúne cerca de 1.200 empresas públicas e privadas de 60 países, o melhor índice do Brasil foi registrado em 1980, quando um trabalhador brasileiro produzia o equivalente a 39% de um trabalhador nos EUA. Os dados medem eficiência através do quanto cada pessoa contribui para o PIB de seu país.

O brasileiro estuda em média 7 anos; nos EUA, são de 12 a 13 anos. A piora da produtividade em relação a americanos ajuda a explicar o resultado fraco do PIB.

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Para 80% dos empresários, funcionários rendem pouco

CATEGORIA NTDeu na Folha:

Uma pesquisa realizada pela consultoria BTA mostra que quase 80% dos empresários brasileiros dizem não acreditar que seus funcionários usam todo seu potencial no ambiente de trabalho.

Para eles, o principal motivo para o baixo desempenho é a insatisfação com o desequilíbrio entre a vida profissional e a pessoal.

Isso reflete nos resultados da empresa: 75% dos entrevistados dizem que a companhia não atua com desempenho máximo possível e 73% assumem que o processo decisório interno é lento – metade considera que as reuniões duram mais que o necessário, por exemplo.

Quando perguntados sobre o tempo improdutivo na rotina de trabalho, 51% afirmam que ele representa de 16% a 30% da carga horária total.

Leia aqui a matéria original na íntegra.

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Contratos imediatos

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Matéria da Folha de São Paulo publicada dia 29/06/2014 na coluna  Mercado Aberto.

 
folha_de_s_paulo_136114Grandes empresas mudaram sua forma de contratar. Recomendações e redes sociais ganham novo status na busca por talentos. LinkedIn sobressai.

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A vez dos maiores de 60.

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Sobreviver ao trabalho

Deu na Folha.

Uma discussão tem sido travada nesses últimos anos de mercado de trabalho aquecido: o Brasil vive ou não situação de pleno emprego. Ao menos para os mais velhos, tal condição é uma realidade.

Aqueles com mais de 60 anos que procuram emprego encontram facilmente.

O total de pessoas ocupadas nesse grupo etário cresceu 6,8% entre o segundo trimestre de 2012 e o mesmo período de 2013, segundo levantamento feito pela Folha a partir da nova Pnad contínua, que abarca 3.500 municípios.

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Pesquisa indica as 10 piores profissões do Brasil

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Deu na Folha:

carteira-de-trabalho1Uma pesquisa realizada pelo site de busca de empregos Adzuna.com resultou em uma lista dos dez melhores e piores empregos no Brasil.

O estudo, baseado nas vagas anunciadas no site, analisou mais de 2.000 profissões. Cada uma delas recebeu uma pontuação a partir de diferentes critérios, incluindo potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado.

Os motoristas de ônibus e entregadores encabeçam o ranking dos piores trabalhos, que ainda inclui jornalismo e ser policial.

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Centenas de projetos na Câmara preveem novas regras para profissões

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Deu na Folha.

Quem entrar no curso de medicina a partir de 2015 terá que trabalhar dois anos no SUS (Sistema Único de Saúde) para exercer a profissão.

A determinação, que consta em medida provisória e precisa ser aprovada pelo Congresso, é apenas uma das propostas que alteram as regras para uma profissão. Na Câmara, há centenas de projetos de leis em tramitação para dizer quem pode fazer o que e de qual forma.

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Queda no tempo de procura do trabalho

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tempus

Boa notícia

Deu na Folha: O Brasil está vivendo um declínio constante no tempo de procura por trabalho.

Segundo dados do IBGE, em 2003, o brasileiro ficava em média 17,8 semanas desocupado. O número de semanas em busca de uma nova colocação caiu para 12,4 em 2012. Este declínio está relacionado à maior rotatividade, num período em que oferta de vagas e a renda cresceram.

A boa notícia tem dois componentes: o declínio do tempo de (re)colocação do trabalhador em si mesmo e a persistência do indicador ao longo de 10 anos.

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Cresce número de homens que não trabalham nem estudam

Notícias & Almanaque

Deu na Folha por Denise Luna

OCIOO número de homens jovens que nem trabalham nem estudam está aumentando no país, enquanto ocorre o inverso entre mulheres da mesma idade. Os dados são do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

De 2000 a 2010, o número de homens jovens que não trabalhavam nem estudavam aumentou em 1,107 milhão.

Já o número de mulheres na mesma situação caiu 398 mil, segundo Ana Amélia Camargo, técnica de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.

Ela levou em consideração a definição de população jovem entre 15 e 29 anos, de acordo com a Secretaria Nacional da Juventude.

“Mudou o perfil dos “nem-nem” [como é chamado o grupo]. Isso tem a ver com a maior participação da mulher no mercado de trabalho e com a mudança de papéis.”

Em 2000, as solteiras eram 22,6% do total de jovens e hoje são 30,5%, enquanto as casadas caíram de 71,3% para 69,9%. Já os homens solteiros eram 80,9% em 2000 e 75,9% em 2010. Os casados subiram de 13,4% para 16% no mesmo período.

Segundo Ana, as mulheres ainda são maioria entre os jovens “nem-nem”, porém menos que no passado.

Em 2000, 6,4 milhões de jovens mulheres estavam nessa categoria, e hoje são 6 milhões. Já os homens jovens “nem-nem” passaram de 1,8 milhão para 2,9 milhões.

“A maioria ainda é formada por mulheres que casaram e já tiveram filhos”, afirmou.

Levando em conta dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2001 a 2011, no universo dos jovens que não trabalham nem estudam, as mulheres apresentavam escolaridade média de 8,03 anos em 2011, ante 6,01 anos em 2000, enquanto os homens registravam 6,95 anos de estudo em 2011 e 5,33 em 2000.

Os homens jovens que estudam e trabalham registravam escolaridade de 8,76 anos (2000) e 9,87 (2011) e as mulheres de 9,81 e 10,94.

O estudo apontou ainda que a maioria dos jovens que não estudam e não trabalham é apoiada pela família e mora em domicílios de baixa renda, nos quais o chefe da família tem idade média de 40 anos e baixa escolaridade.

No caso dos homens, a maioria dos “nem-nem” é formada por filhos. No das mulheres, cônjuges.

 

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