NOTAS: Mais de 60% dos trabalhadores estão no mercado informal.

Notas.

Deu no G1 por Karina Trevizan:

Entre as pessoas que atuam por conta própria, 85% estão na informalidade; entre os assalariados, são 40% nessa condição.

Foto: Leandro Tapajós/G1 AM

Cerca de 61% das pessoas que compõem a força de trabalho no mundo atuam de maneira informal. É o que aponta um relatório divulgado nesta quarta-feira (13) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), com dados de 2018. Segundo a pesquisa, o número de pessoas trabalhando na economia informal é de cerca de 2 bilhões de pessoas.

O levantamento mostra ainda que, entre as pessoas que estão trabalhando, mais da metade (52%) são assalariadas, enquanto 34% atuam por conta própria. Outros 11% ajudam em trabalhos familiares, e apenas 3% estão na categoria “empregadores”.

Nessa divisão por categorias, as pessoas que atuam por conta própria se destacam no mercado da informalidade. Entre elas, 85% estão no mercado de trabalho considerado “informal”. Já entre os assalariados, são cerca de 40%.

“Significativamente, os trabalhadores informais são muito mais propensos a viver em condições de pobreza do que os trabalhadores formais”, diz a OIT.
“É importante notar, porém, que a formalidade não é garantia de escapar da pobreza e que os trabalhadores informais não se limitam a ser pobres”, complementa a organização.

Os dados da pesquisa da agência das Nações Unidas se referem ao mercado de trabalho no mundo todo, mas também refletem a situação no Brasil. Em 2018, a soma de pessoas trabalhando por conta própria ou no mercado informal seguiu acima da quantidade de empregados com carteira assinada, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Ao final do ano passado, o Brasil tinha 33 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada (sem considerar empregados domésticos). Outras 11,5 milhões estavam atuando sem carteira, e outras 23,8 milhões, por conta própria.

Mais pessoas inativas

Envelhecimento da população e mudanças no mercado de trabalho impõem desafios para os próximos anos, diz OIT — Foto: Celso Tavares/G1

Envelhecimento da população e mudanças no mercado de trabalho impõem desafios para os próximos anos, diz OIT — Foto: Celso Tavares/G1

A pesquisa da OIT aponta que a proporção de pessoas que fazem parte da força de trabalho vem caindo nos últimos 25 anos. Atualmente, o número de pessoas com idade de trabalhar é de 5,7 bilhões de pessoas em todo o mundo. Entre elas, 3,3 bilhões estão empregadas, enquanto os desempregados são 172 milhões. Outros 2 bilhões de pessoas, aproximadamente, estão fora da força de trabalho.

Na divisão por idade, esse fenômeno de redução na participação na força total de trabalho é ainda mais acentuado entre pessoas com idade entre 15 e 24 anos – o que aponta uma melhora nos índices de frequência escolar dos jovens, segundo a OIT. Entre 2013 e 2018, a participação das pessoas nessa faixa etária na força de trabalho diminuiu 2,2 pontos percentuais, um recuo bem maior que a queda de 0,5 ponto percentual da média total.

A OIT indica ainda que o aumento das oportunidades de aposentadoria e expectativa de vida também ajuda a explicar a redução da proporção de pessoas na força de trabalho. Embora essa seja uma boa notícia, o cenário aumentou a situação que o relatório menciona como “taxa de dependência” – a relação entre o número de pessoas trabalhando e as que são economicamente inativas. Isso, ainda segundo a OIT, torna necessárias discussões sobre a “organização do trabalho e distribuição de recursos na sociedade”.

“Em primeiro lugar, e mais importante que tudo, os sistemas previdenciários existentes serão forçados a manter as pessoas idosas fora da pobreza. Em segundo lugar, o aumento da taxa de dependência aumenta a demanda de trabalho em setores específicos, como o setor de saúde, acelerando a transformação estrutural”, diz a OIT.
“Terceiro, uma força de trabalho cada vez mais envelhecida desafia a capacidade dos trabalhadores para acompanhar o ritmo da inovação e mudanças estruturais no mercado de trabalho.”

Jovens que nem trabalham e nem estudam

Apesar de mencionar uma melhora no número de matrículas escolares entre os fatores que podem explicar o aumento da quantidade de jovens inativos no mercado de trabalho, a pesquisa a OIT aponta também que a proporção de jovens que nem trabalham e nem estudam segue preocupante. Os dados da OIT mostram que, em cada 5 jovens (com idade inferior a 25 anos), 1 não está no mercado de trabalho e nem estudando.

NOTÍCIA: Carreiras em risco podem virar 48 novas profissões.

Notícias.

Deu no G1, por Taís Laporta:

Há espaço para sobreviver em um mercado de trabalho com empregos que desaparecem e novas habilidades são exigidas constantemente. É o que mostra um estudo do Fórum Econômico Mundial, que descobriu que existem 48 novas possibilidades de carreira para o profissional médio norte-americano de áreas que estão em baixa. Isso vale para aqueles que conseguirem reciclar suas qualificações.

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O relatório “Towards a Reskilling Revolution: A Future of Jobs for All” (“Em direção à revolução da requalificação: um futuro do trabalho para todos”, em tradução livre), divulgado nesta segunda-feira (22), conclui que é possível, inclusive, que os trabalhadores que fizerem essa transição tenham um aumento médio nos salários de US$ 15 mil por ano até 2026. Nos EUA, há 1,4 milhão de vagas passando por este processo de transição.

Um exemplo são os trabalhadores das linhas de produção das fábricas, que o estudo identificou como uma carreira “sob risco”. O ganho médio desta ocupação é de US$ 33 mil anuais, mas haveria 59 diferentes oportunidades de trabalho com aumento salarial para quem apostar em novas qualificações. Uma delas é a manutenção de trens, que elevaria a renda para US$ 54 mil por ano.

Num cenário mais pessimista, ainda haveria 23 ocupações alternativas para o trabalhador se encaixar com um salário menor. Um exemplo é a função de empacotador, com salário médio de US$ 24 mil nos Estados Unidos.

O estudo também aponta uma alternativa para atendentes de caixas que foram substituídos por sistemas automatizados e pelo comércio eletrônico. Segundo o relatório, há oportunidades para estes trabalhadores tanto em restaurantes, gerência de lojas, quanto em agências de viagem e assistentes de turismo.

Até 2026, sem requalificação, 16% de todos os trabalhadores substituídos nos EUA estarão “no fim da linha” e outros cerca de 25% perceberão que eles possuem no máximo três transições de trabalho potenciais para escolher. Com a requalificação, mais de 95% dos trabalhadores substituídos podem mudar para trabalhos promissores e até com salários maiores, diz o relatório.

Mas isso só será possível se pelo menos 70% dos trabalhadores afetados receberam treinamento para uma nova função ou carreira. “Precisamos de iniciativas de reciclagem que combinem programas de requalificação com ajuda de renda e esquemas de empregos para ajudar aqueles que passam por esta transição”, diz o estudo.

Desigualdades de gênero

O relatório também constatou que homens e mulheres que estão em risco de serem substituídos atualmente têm opções muito diferentes para encontrar novos empregos. As mulheres têm cerca de metade das oportunidades que os homens neste sentido.

“Requalificação combinada a transições de carreira podem levar a um abismo menor e a aumentos salariais para 74% de todas as mulheres em profissões em risco, enquanto que o percentual para os homens é de 53%.

 

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As mentiras mais comuns em currículos.

Notícias.

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Deu no G1:

De acordo com Renata Motone, da empresa de recrutamento Luandre, muita gente ‘melhora’ o currículo e isso pode limar de vez as chances de contratação.

No desespero para conseguir uma vaga de emprego, alguns candidatos chegam a apelar para mentiras. Mas aquela “melhoradinha” no currículo que parece inofensiva pode riscar o nome de um profissional de vez da lista de possibilidades de contratação de uma empresa.

É o que diz Renata Motone, coordenadora de recursos humanos da companhia de recrutamento Luandre. Para ela, além de não ter as qualificações requeridas, o mentiroso ainda demonstra falta de ética.

“Frente a tudo que se acompanha no noticiário sobre a vida política no Brasil, a última coisa que queremos incentivar é a mentira”.

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Mulheres trabalham 7,5 horas a mais por semana que os homens.

Notícias & Almanaque.

Deu no G1, por Taís Laporta: Levantamento do Ipea também mostra que o percentual de lares chefiados por mulheres saltou de 23% para 40% em 20 anos. Renda de mulheres negras foi a que mais subiu no período.

As mulheres trabalham em média 7,5 horas a mais que os homens por semana, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com base nos dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

Em 2015, a jornada total média das mulheres (que considera a soma do trabalho remunerado mais os afazeres domésticos) era de 53,6 horas semanais, enquanto a dos homens, de 46,1 horas. Continuar lendo

Tecnologia vai mudar dinâmica no mercado de trabalho.

Notícias & Almanaque.

20151231-153916Deu no G1, por Pâmela Kometani: Até 45% das atividades serão automatizadas nos próximos dois ou três anos, mas 83% das empresas esperam manter ou aumentar o número de profissionais.

O avanço da tecnologia vai mudar a dinâmica do mercado de trabalho e até 45% das atividades feitas por profissionais podem ser automatizadas nos próximos dois ou três anos, fazendo com que a tecnologia substitua as tarefas cognitivas e as manuais para que as pessoas possam assumir tarefas não rotineiras e funções mais satisfatórias. Continuar lendo

11 especialistas mais procurados durante a crise.

Notícias & Almanaque.

Pessoas aguardam serem chamadas para entrevista de emprego. Acertar no visual pode ser decisivo na escolha do candidato (Foto: Richard Lewisohn/AFP)

Deu no G1:

Empresas buscam profissionais executivos para driblar a crise. Companhias querem manter bom desempenho e não aumentar gastos.

O executivo que tem perfil para gerenciar crise ainda segue cobiçado no mercado de trabalho, com aumento de 30% na demanda até agosto de ano para profissionais especialistas em crise, segundo levantamento da Michael Page, empresa de recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup.

Algumas posições, como a de gerente de impostos indiretos, está no radar das empresas. Esse profissional tem alta demanda por ser responsável pelo controle e gerenciamento das operações de impostos indiretos, com foco em ICMS. Isso pode ajudar a empresa a ter muitos ganhos e também impedir que seja autuada por não recolher impostos.

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Brasil é último em ranking de criação de emprego da OCDE.

Notícias & Almanaque.

Segundo relatório, país terá, em 2016, maior saldo negativo (quando demissões superam contrações ) – de 1,6% – entre 44 nações pesquisadas.

Deu no G1 por Daniela Fernandes de Paris para a BBC Brasil:

Em razão da crise econômica, o Brasil deve ter, em 2016, o pior desempenho na criação de empregos na comparação com outros 43 países, de acordo com um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado nesta quinta-feira (7).ha_vagas copy

Desemprego fica em 11,2% no trimestre encerrado em maio

Segundo o relatório, o Brasil deve registrar um saldo negativo de empregos (quando as demissões superam as contratações) de 1,6% neste ano, enquanto nos países da OCDE a previsão é de crescimento de 1,5% dos postos de trabalho em 2016. Continuar lendo

Pesquisa lista 10 atividades ‘bizarras’ que profissionais fazem no trabalho.

Notícias & Almanaque.

3 em cada 4 empregados perdem duas ou mais horas com distrações.
Artesanato e decorar a mesa estão entre as atividades estranhas.

Deu no G1:

Colegas sem noção - fala alto (Foto: Arte/G1)Pesquisa do CareerBuilder, site norte-americano de carreiras, mostrou que três em cada quatro empregados (75%) perdem duas ou mais horas do dia com distrações. Outros 43% disseram que perdem até três horas por dia.

O CareerBuilder listou 10 atividades, no mínimo, estranhas, que profissionais fizeram e ainda fazem no ambiente de trabalho. Fazer um álbum de recortes, trabalhar no projeto do filho com macarrão cru e levar gatos resgatados para o escritório foram algumas das situações citadas. Continuar lendo

Texto da abolição da escravatura é leiloado por US$ 2,4 milhões nos EUA.

Notícias & Almanaque.

Documento foi assinado por Abraham Lincoln em 1º de fevereiro de 1865.
Trata-se de um dos 14 exemplares assinados pelo ex-presidente americano.

Deu no G1:

O texto da 13ª emenda da Constituição americana, assinada em 1865 por Abraham Lincoln, que aboliu a escravatura nos Estados Unidos, foi adquirido por US$ 2,41 milhões (R$ 8,63 milhões) em um leilão da Sotheby’s, em Nova York.

Documento foi assinado por Abraham Lincoln em 1º de fevereiro de 1865 (Foto: Jewel Samad/AFP)

O documento, leiloado na quarta-feira (25), foi assinado por Lincoln em 1º de fevereiro de 1865, algumas semanas antes de seu assassinato em 14 de abril, e pouco mais de dois meses antes do final da Guerra da Secessão. Continuar lendo

Demissão por justa causa.

Notícias & Almanaque.

Empregado pode receber advertências por comportamento indevido. Furto de comida da geladeira também pode causar dispensa.

Deu no G1:

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Lesar a empresa, divulgar informações confidenciais do trabalho e cometer ações contra a segurança nacional são algumas das situações que podem levar à demissão por justa causa do trabalho. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê algumas situações em que o profissional pode ser demitido dessa forma. Continuar lendo

Jovens estão insatisfeitos com sistema corporativo atual.

Notícias & Almanaque

Deu no G1:

young-people-at-workGrande parte das empresas hoje apresenta uma estrutura hierarquizada, com diferentes níveis de autonomia. Porém, pesquisa feita com a pergunta “Se você pudesse mudar algo no mundo corporativo, o que seria?” mostra que a visão atual de quem está ingressando no mercado mudou.

Levantamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) realizado com 10.258 jovens de todo o país, de 15 a 26 anos, entre os dias 28 de março e 8 de abril, mostra que 36,56% “acabariam com a hierarquia e todos seriam iguais”.

De acordo com a coordenadora de treinamento do Nube, Yolanda Brandão, “o papel do líder se transformou nas últimas décadas. Em sua agenda, deve haver tempo para a equipe, para compreender quais são suas metas na vida, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional e assim, traçar estratégias e acompanhar o desenvolvimento de seus colaboradores individualmente”, diz.

Outros 30,53% dizem estar insatisfeitos e “mudariam tudo: o sistema está ultrapassado”. “O sentimento de angústia ocasionado pela incapacidade de solucionar as diferenças entre o cenário idealizado e a realidade acarreta nesse desânimo. As pessoas se imaginam felizes e realizadas em um cargo e, no entanto, o caminho geralmente vem com obstáculos e dificuldades, nem sempre previstas, derivando em frustração”.

No entanto, especificamente para as gerações Y e Z, parte da insatisfação é a aparente falta de velocidade para a efetivação de realizações e a impossibilidade de reproduzir tarefas importantes em diferentes áreas, simultaneamente. “As organizações devem manter um espaço saudável de comunicação com esses jovens, pois são acostumados a uma vida social agitada e rica, assim como no ambiente virtual e projetam isso também no mundo corporativo”, afirma.

Já 19,9% encontram-se satisfeitos e “não mudariam nada, já está bem estruturado”. Para a especialista, os respondentes “não necessariamente têm informações suficientes para pensar em outro modelo de trabalho possível”, por ainda estarem no início da jornada corporativa.

Por fim, 13,01% acreditam ser melhor “não ter horário nem local para trabalhar”. “O home office, por exemplo, ganhou espaço nos últimos anos e permite um trabalho remoto, seja de casa, durante uma viagem, em um café, e mesmo não significando liberdade total, esse molde atende em partes o anseio dos novos profissionais”, diz.

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Jovens valorizam horário flexível e plano de carreira.

Notícias & Almanaque

Ao avaliar proposta de emprego, jovens checam até reputação da empresa.
Geração Y valoriza companhias que deixam o ambiente mais agradável.

Deu no G1:

Plano de carreira bem estruturado, pacote de benefícios diversificado, horários flexíveis e reputação positiva são alguns dos fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar uma proposta de trabalho, segundo pesquisa da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado de profissionais de suporte à gestão, parte do PageGroup.

“A geração Y tem valores diferentes. Para eles, não basta apenas ter um bom cargo e salário. Isso é importante também, mas não é tudo. Os jovens estão de olho nas empresas que procuram tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Para eles, a vida corporativa e de trabalho formal parece pouco atrativa. Restrições de comportamento e horário, por exemplo, que condicionaram a vida de seus pais, soam ultrapassados”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, de junho a outubro de 2015, cerca de 2 mil profissionais de todo o Brasil para entender quais são suas reais impressões sobre o mercado de trabalho. Buscou saber como enxergam suas carreiras em termos de progressão, movimentação e a influência de seus empregadores no seu futuro.

Veja os fatores mais atrativos para os jovens na hora de avaliar um emprego:
1) Plano de carreira bem estruturado – 66%
2) Pacote de benefícios diverso – 57%
3) Horários flexíveis de trabalho – 37%
4) Reputação positiva da companhia – 33%
5) Habilidade de oferecer desafios constantes – 29%
6) Transparência na avaliação de resultados – 25%
7) Possibilidade de job rotation/ gestão de projetos – 20%
8) Habilidade da companhia se renovar e ser bem sucedida – 20%
9) Empresa com programas de responsabilidade social – 5%
10) Empresas com programas consolidados de sustentabilidade – 4%

Clique aqui para saber mais.

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Afinal, o que prejudica realmente a produtividade no trabalho?

Notícias & Almanaque

improdutividadeDeu no G1: Alguns profissionais fazem qualquer coisa para evitar seu trabalho real e as razões para a baixa produtividade no escritório vão de uso do celular e fofoca até a tomar banho na pia do banheiro e tentar hipnotizar os colegas para que eles parassem de fumar.

Essas e outras desculpas estão em uma pesquisa do CareerBuilder em que os empregadores citaram “matadores” mais comuns e mais estranhos no local de trabalho. Quando questionados quais fatores mais atrapalhavam os funcionários, os smartphones e colegas de trabalho tagarelas foram alguns dos obstáculos citados. Entretanto, beber vodca enquanto assistia ao Netflix foi citada como uma das desculpas estranhas.

“Com a internet, celulares e colegas de trabalho é fácil ver os funcionários desviarem a sua atenção”, afirma Rosemary Haefner, diretora de recursos humanos da CareerBuilder.

Clique aqui para ler a matéria completa e a lista de “matadores” de produtividade mais comuns.

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Uso do Whatsapp no trabalho pode dar demissão

CATEGORIA NTwhatsappDeu no G1:

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, assim como as demais redes sociais, agiliza a comunicação entre as pessoas em qualquer lugar e hora. Mas, quando se trata do uso do aplicativo no trabalho, é preciso cuidado e bom senso. A regra vale tanto para o empregado quanto para o empregador.

Segundo o advogado trabalhista Bruno Gallucci, do escritório Guimarães & Gallucci, com a popularização do WhatsApp aumentou o número de ações trabalhistas na Justiça. Isso principalmente porque é cada vez mais comum que os profissionais, depois do horário do expediente, continuem sendo acionados pelo empregador para resolver questões do trabalho por meio do aplicativo. “As conversas fora do expediente de trabalho podem servir de prova e, dependendo do caso, abrem caminho para pedido de horas extras”.

Gallucci alerta, porém, que todos os casos devem ser avaliados. “Caso sejam apresentados os prints das conversas, isso pode servir de prova contra o empregador e resultar em uma condenação trabalhista em favor do empregado. O mais indicado é que a empresa evite esse tipo de contato com os empregados, ainda mais fora do expediente de trabalho”, recomenda.

Para Daniela Moreira Sampaio Ribeiro, advogada do escritório Trigueiro Fontes, o empregado deve ter cuidado ao se dirigir aos colegas ou a um superior hierárquico nas conversas do aplicativo e também ter moderação na sua utilização durante o expediente. “O empregador tem o direito de exigir do empregado concentração total no seu trabalho, proibindo ou restringindo a utilização da ferramenta para fins particulares. Nesse caso, a desatenção do empregado à orientação pode ter como consequência a aplicação de penalidades disciplinares”, diz.

A advogada trabalhista Vanessa Cristina Ziggiatti Padula, do escritório PK Advogados, alerta que se o aplicativo for utilizado de forma inadequada pelos funcionários eles podem ser advertidos, suspensos ou até ter o contrato rescindido por justa causa.

Confira aqui a matéria completa por Marta Cavallini.

Sebrae faz lista dos negócios mais promissores em 2015

CATEGORIA NT

Deu no G1: Preparo de alimentos para consumo domiciliar e comércio de alimentos estão entre os segmentos em alta esse ano.

O Sebrae nacional fez um levantamento das atividades mais promissoras para 2015. São pequenos negócios com uma característica importante: eles atendem necessidades básicas da população, que passou a ter novos hábitos nos últimos anos.

Clique aqui para ler o artigo original na íntegra.

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Carreira pública ou iniciativa privada?

CATEGORIA NT

Deu no G1.

Lia Salgado fala sobre as características positivas e negativas de cada área. 

planoCarreira pública ou iniciativa privada. Como torcedores de times rivais, muitas pessoas defendem o emprego público como a melhor alternativa profissional, enquanto outros atacam ferozmente essa escolha, que entendem como fruto de acomodação, resultando em exploração da sociedade. Afinal, com quem está a razão?

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