Gizmodo

Automação e o Futuro.

Notícias & Almanaque.

Deu na CNBC por Anita Balakrishnan.

Jack Ma, o bilionário presidente do grupo Alibaba, acredita que a automação vai ajudar os trabalhadores do futuro a aproveitarem mais seu tempo de lazer. Na verdade, ele vê um futuro em que as pessoas vão trabalhar apenas 16 horas por dia, em 2047.

“Eu acho que, nos próximos 30 anos, as pessoas vão trabalhar apenas quatro horas por dia e talvez quatro dias por semana”, Ma disse essa semana, em uma conferência em Detroit. “Meu avô trabalhou 16 horas por dia na fazenda e achava que estava muito ocupado. Nós trabalhamos oito horas, cinco dias por semana, e achamos que estamos muito ocupados.”

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Os robôs já estão substituindo trabalhadores humanos a uma taxa alarmante.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo por George Dvorsky.

Sabemos, ou ao menos suspeitamos, que os robôs estão tomando os empregos das pessoas, mas uma nova pesquisa mostra o nível dramático com que robôs industriais estão substituindo trabalhadores humanos e forçando os salários para baixo.

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Elon Musk acha que precisaremos de renda básica universal num futuro sem trabalho.

Notícias & Almanaque.

Por Eve Peyser em Gizmodo.

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Elon Musk acha que precisaremos de uma renda básica universal no futuro por causa da automação.

“As pessoas terão tempo de fazer outras coisas, coisas mais complexas e mais interessantes”, disse ele à CNBC. “Certamente teremos mais tempo para o lazer. E então precisaremos descobrir como iremos integrar um mundo e um futuro com muita inteligência artificial.”

“No final das contas, acho que precisará existir uma simbiose com uma superinteligência digital”, completou o CEO da Tesla. (mais…)

O eterno feminino 2.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo, por Camila Montagner para o outracidade.com.br:

A DESIGUALDADE SALARIAL ENTRE GÊNEROS NA TERRA DO BOOM DIGITAL

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A explosão tecnológica mudou a cara de São Francisco. A principal cidade na região metropolitana onde está o Vale do Silício passou a concentrar um número cada vez maior de empresas, o que aumentou a oferta de emprego. Mas nem a competição acirrada resolveu todos os problemas nas relações de trabalho. Por exemplo, a desigualdade entre gêneros. No município em que a renda média anual em 2014 era de US$ 79.778 por moradia e o número total de empregos cresceu 22% desde 2010, as mulheres ainda ganham em média 22,4% a menos que os homens em todos os níveis de escolaridade.

A qualidade e quantidade das oportunidades de emprego são um bom modo de medir a saúde econômica de um local, mas São Francisco enfrenta um déficit de imóveis que tem pesado no bolso dos trabalhadores, mesmo entre os mais qualificados. O preço médio de um imóvel na área é de US$ 830 mil (6% maior em relação ao ano de 2014) e do aluguel de um apartamento é de US$ 3.890. Aproximadamente 34% dos locatários comprometem mais de 35% da sua renda com o aluguel. O crescimento da renda média por moradia, de 4,7% acima da inflação se comparada a 2014, não foi suficiente para cobrir a alta dos imóveis.

Quanto maior o nível de escolaridade dos empregados, maior a desigualdade salarial entre gêneros. Enquanto mulheres com escolaridade inferior ao nível médio recebem US$ 0,95 para cada dólar ganho por um homem, mulheres pós-graduadas recebem em média US$ 0,73. Parece muito, mas a disparidade de salários entre homens e mulheres com essa escolaridade já chegou a 42% em 2014.

Há profissões que são exceções, como na área de arquitetura e engenharia que pagam 42% a mais para mulheres que os salários ganhos pelos homens nos mesmos níveis gerenciais. No entanto, se consideramos a totalidade das mulheres empregadas, a disparidade entre salários ainda é de US$ 0,82 ganho por mulher para cada dólar pago para um homem.

Em São Francisco, 50 mil postos de trabalho foram criados nos últimos quatro anos e que recebe aproximadamente 10 mil novos habitantes por ano. O estado da Califórnia aprovou recentemente uma lei que torna obrigatório que pessoas exercendo funções “substancialmente similares” recebam o mesmo salário – aqui no Brasil, por exemplo, a lei trabalhista também prevê pagamentos iguais para pessoas com o mesmo cargo. No entanto, ela não tem impacto sobre os dados de 2015, pois entrou em vigor a partir em 1º de janeiro desse ano – mas ainda pode impulsionar a redução das disparidades salariais em 2016.

Clique aqui para ler o artigo original.

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Como é trabalhar na Amazon?

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1389693101816423458Deu no Gizmodo:

Por Maddie Stone

Os depósitos da Amazon, que trabalham com horários e cronogramas de entrega insanos, são conhecidos como péssimos locais de trabalho. Mas a parte corporativa da empresa também não é nenhum piquenique. Ali, o tenebroso ambiente de trabalho do CEO Jeff Bezos permeia todos os aspectos da vida.

Em um trabalho fascinante que entrevistou mais de 100 atuais e antigos funcionários da Amazon, o New York Times expõe um retrato detalhado de como é trabalhar nos escritórios de Seattle da gigante do varejo. Enquanto o Google e o Facebook motivam seus funcionários com academia, refeições e benefícios, a Amazon, diz o Times, “não dá a entender que cuidar de seus funcionários é uma prioridade”. Em vez disso, a empresa insiste que os funcionários dêem sua performance máxima o tempo inteiro, extrapolando os limites da vida fora do trabalho e encorajando seus “Amabots” a criticarem a si mesmos e aos colegas de trabalho pelos erros.

“Bons” funcionários na Amazon trabalham por longas horas, raramente tiram férias e nunca reclamam sobre a carga de trabalho. Os gerentes esperam receber respostas imediatas para emails enviados após a meia noite, e buscarão um retorno por mensagem de texto caso não sejam respondidos. Como as equipes são classificadas, e aquelas no final de cada ranking são eliminadas ao final do ano, é de interesse mútuo eliminar problemas e ser melhor que todos os outros. Isso é facilitado com a ferramenta “Feedback a Qualquer Momento” da Amazon, que permite aos funcionários dedurarem uns aos outros quando eles notam que alguém está demorando muito no almoço ou saindo mais cedo do trabalho.

Ah, e caso você tenha qualquer vestígio de vida pessoal ou alguma doença, a Amazon provavelmente não é o melhor lugar para se buscar um emprego. O Times apontas diversos casos perturbadores nos quais empregados foram criticados por diminuir as horas de trabalho para tratar alguma doença ou lidar com familiares com doenças terminais ou crianças pequenas. Uma mulher com câncer na tireoide recebeu um feedback de performance ruim depois de ter retornado do tratamento, enquanto uma outra mulher sofrendo de câncer de mama foi inserida no “plano de melhoria de performance” porque as “dificuldades” pessoais dela interferiam no cumprimento de objetivos no trabalho.

Isso pode soar desumano, mas conforme mostra o Times, é tudo uma consequência natural da cultura corporativa na qual empregados são vistos como dados em tabelas de performance.

E por falar em dados: os gerentes corporativos na Amazon fazem uso de toneladas de medições em tempo real sobre os consumidores para determinar quando páginas não estão carregando rápido o suficiente ou quando o estoque de algum produto fica baixo. O Times mostra ainda que empregados recebem impressões com detalhes sobre número de estoque regularmente e podem receber um quiz sobre estes dados em reuniões. Quando um empregado não se recorda quantas luvas de jardim estavam em estoque na semana anterior, ele é criticado.

Naturalmente, muitos funcionários da Amazon sofrem com a pressão, adquirindo doenças físicas ou sofrendo colapsos nervosos (“Vi quase todas as pessoas com quem trabalhei chorando em suas mesas”, diz Be Olson, ex-funcionária da Amazon, que trabalhou no setor de marketing de livros). Ou, sabiamente, eles decidem abandonar a Amazon. “O padrão de entrada e saída, que resulta em um número desproporcional de candidatos na porta da Amazon, é claro e consistente”, diz Nimrod Hoofien, ex-funcionário da Amazon e hoje diretor de engenharia no Facebook.

Mas talvez seja ainda mais perturbador saber que muitos funcionários internalizam este ambiente de trabalho darwinista, obcecando pela pontuação da performance e priorizando trabalho acima de qualquer outro aspecto pessoal.

“Eu estava simplesmente viciada em obter sucesso ali”, diz Dina Vaccari, ex-funcionária da Amazon, à Times. “Para nós, que trabalhávamos ali, era como uma droga que nos valorava”.

Um funcionário da Amazon respondeu ao artigo em um post de sua página pessoa no LinkedIn. Nick Ciubotariu, diretor de Desenvolvimento de Infraestrutura na Amazon, rebate diversos aspectos do texto da New York Times, como por exemplo o quiz em reuniões: ele não é obrigatório, pode ser feito a qualquer momento e o funcionário recebe um acessório de celular como premiação caso responda corretamente.

E o questionário não seria necessariamente sobre o estoque de algum produto, mas sim sobre a experiência do usuário. Uma destas perguntas, por exemplo, questiona por que a Amazon informa ao usuário que ele já comprou determinado produto quando o cliente está prestes a comprá-lo novamente.

Ciubotariu afirma também que emails enviados por gerentes depois da meia noite e respostas cobradas por mensagem de texto não são algo encorajado pela companhia. “Vamos à reuniões e discutimos coisas, como qualquer outra companhia faz. Se chegarmos rapidamente a um consenso — ótimo. Ganhamos tempo e vamos embora mais cedo. Se não chegamos, debatemos — e debatemos de forma educada e respeitosa”, explica o diretor.

Você pode tirar suas próprias conclusões lendo a matéria de Maddie Stone aqui, o artigo completo da New York Times neste link e o texto completo de Ciubotariu neste link.

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Com a mão de obra robotizada, quais são os trabalhos que deixarão de ser dos humanos?

CATEGORIA NTJobs That Humans Will Never Do Again, As Long As We Have RobotsDeu no Gizmodo:

Robôs estão entrando no mercado de trabalho. Alguns vão trabalhar junto com você. Já outros, infelizmente, vão tomar o seu lugar. E aí entra a questão: quais empregos estão na berlinda?

A resposta já foi abordada das mais diversas formas pela mídia, mas conversamos com especialistas que nos propuseram alternativas mais realistas de quais carreiras humanas correm risco de extinção — e porquê.

Confira aqui a matéria completa por Bryan Lufkin.

Como o local onde trabalhamos afeta nosso humor e saúde

CATEGORIA NT

tips-for-coping-with-work-overload-300x224Deu no Gizmodo: Qualquer coisa que altere o modo como nos sentimos emocionalmente gera um impacto na nossa saúde física, de acordo com a ciência da psiconeuroimunologia.

Existem três sistemas principais no corpo envolvidos na manutenção da saúde: o sistema nervoso, o sistema hormonal (endócrino) e o sistema imunológico. Eles estão em um triângulo de comunicação, cada um interagindo com os demais. Qualquer coisa que afete um sistema, afeta os outros dois.

O estresse crônico pode acontecer em qualquer idade. As pessoas que trabalham diariamente sob pressão são especialmente vulneráveis; pessoas como soldados da linha de frente, bombeiros, controladores de tráfego aéreo, policiais e pessoal da emergência.

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Nômades Digitais.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo:

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O trabalho online avança. Um dos ramos mais interessante é dos autodenominados nômades digitais. Gente que anda pelo mundo como se estivesse em férias permanentes, mas que trabalha normalmente, às vezes intensamente, tendo como “escritório” um laptop.

Leia mais detalhes aqui e aqui.

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Acadêmicos dos Pontinhos

CATEGORIA NT

retraction-BMais uma vez a GRES Acadêmicos dos Pontinhos ganha o carnaval da “seriedade” universitária.

Deu no Gizmodo

Esta semana, a Nature revelou que as editoras de revistas científicas Springer e IEEE removeram mais de 120 artigos publicados entre 2008 e 2013. São revistas das ciências exatas, imagine-se o que não estará acontecendo com as das ciências humanas e sociais. O cientista da computação Cyril Labbé descobriu que cada um deles era jargão sem sentido, todos escritos automaticamente em um “gerador de lero-lero” desenvolvido pelo MIT. Bacana é que os pares revisores nem perceberam.

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O trabalho e o fim do chocolate

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chocolate

Retirado do Gizmodo 

Chocolate é uma delícia, né? Ele tem um lado bem triste, entretanto: a maior parte do fornecimento de cacau do mundo vem do Oeste da África, onde muitos países ainda têm que combater coisas como trabalho infantil, muitas vezes escravo, e tráfico de crianças; em outras palavras, este é o tipo de trabalho que produz o chocolate que você coloca na sua boca. Mesmo com o trabalho escravo, entretanto, plantar cacau não é financeiramente lucrativo para o fazendeiro africano médio.

Como estas crianças poderiam falar para você, cultivar cacau é um trabalho muito duro. Leva tempo (cada nova safra leva cinco anos para crescer), tem que ser feito manualmente e, ainda pior, tem que ser feito manualmente num calor torturante. E o pagamento final? A fortuna de 80 centavos de dólar por dia — que ficam com o fazendeiro, na verdade. Nesse ritmo, em cerca de vinte anos, o chocolate poderá se tornar um luxo com preços comparáveis ao do caviar. E isso com a continuação do trabalho infantil. Com leis de comércio justo avançando na indústria, ainda que lentamente, e leis sobre o trabalho infantil sendo (justa e corretamente) aprovadas, o preço do trabalho irá subir, fazendo os produtores terem ainda mais prejuízo. O xis da questão aqui é que o chocolate vai ficar caro demais para ser produzido em massa.

Além disso, não dá para transferir a produção da matéria-prima para outras partes do mundo. O cacau só cresce em latitudes a menos de 10 graus da linha do equador — uma área em que estão alguns dos países mais instáveis do planeta. Em outras palavras, é bom aproveitar os seus ovos de páscoa no ano que vem.

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Entrevista com David Baker, ex-editor da versão inglesa da revista Wired.

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desconectadoDavid Baker: “Ninguém precisa abandonar a tecnologia, mas é necessário experimentar momentos de desconexão”

“Há dois problemas com a tecnologia: ela está crescendo muito rápido e é muito sedutora. E ela vai se desenvolver cada vez mais rápido, por conta da Lei de Moore. Nós estamos tentando disputar uma corrida com a tecnologia para utilizá-la, mas nunca vamos vencer. Então nós precisamos nos reposicionar em relação à tecnologia e perguntar como nós podemos fazer para que ela não seja nosso mestre, mas uma ferramenta. Precisamos fazer com que os avanços tecnológicos sejam a nossa caixa de ferramentas. Se nós temos uma caixa de ferramentas em casa, nós não acordamos e vamos correndo serrar alguma coisa, vamos?”

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A terceirização chega ao trabalho

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imageA terceirização do trabalho (subcontratação), legítima ou não, existe desde sempre. O que vem se espalhando agora é a subcontratação online do próprio trabalho. Empregados de empresas dos países mais ricos, principalmente dos EUA, estão contratando profissionais de regiões onde os salários são baixos para trabalharem no seu lugar. E não é por preguiça. É por ganância. O que os contratantes repassam é uma parte ínfima dos seus ganhos, sem contar os bônus e incentivos devidos à alta produtividade, que, claro, embolsam com a maior cara de pau.

Leia o artigo na íntegra no Gizmodo Brasil.

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