Henri Bergson

Bergson: a intuição heurística.

Epistemologia

https://i2.wp.com/www.coreyhelfordgallery.com/images/products/FIRST-OF-DAYS-2004-AP-2-OF-2-01.jpgAo darmos de comer a uma criança, abrimos a boca em um movimento simpático. A intuição é este tipo de experiência. Algo que não comandamos e que não se destina a convencer, mas a comunicar. É a sympatheia, que nos leva diretamente ao outro e à nós mesmos a partir daqueles que nos cercam.

O intuitivo se dá entre o instintivo e o intelectual. Corresponde ao conhecimento direto no e pelo espírito, como ocorre na apreciação artística ou na experiência mística religiosa. Esta participação da consciência em um movimento que lhe é exterior rege as três fontes da heurística de Henri Bergson (Paris, 1859 – 1941): a problematização, a diferenciação e a apreensão da realidade no tempo. (mais…)

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Bergson – a involução pelo trabalho.

Perplexidades & Filosofia.

bergsonAs superstições genéricas sobre o valor do trabalho não sobrevivem à análise criteriosa de Henri Bergson (Paris, 1859-1941).

O cotejo das dicotomias razão & intuição e tempo & duração, que o filósofo da evolução criadora realizou com disciplina irretorquível, confere às modalidades de trabalho valores evolutivos distintos, às vezes de sinais contrários. (mais…)