longevidade

O que fazer com o Velho?

Trabalho & Produtividade.

Na Revista Inteligência, meu artigo sobre o trabalho na terceira idade.

Três obras são fundamentais para entender a situação dos trabalhadores que alcançam transpor a maturidade. “Saber Envelhecer – Seguido de A Amizade”, de Cícero, que recolhe e informa os saberes sobre a velhice na Antiguidade, o ensaio “A Velhice”, de Simone de Beauvoir (1970), que descreve a situação sociopolítica do idoso, e “O tempo de memória”, de Norberto Bobbio (1997), que dá a perspectiva contemporânea da vida ativa do velho.

As palavras “idoso” e “velho” nomeiam aqueles que vão chegando à derradeira época da vida. Ambas denominações remetem a injustiças e incompreensões. Na nossa cultura, a palavra “idoso” liga-se à degradação física. Já o termo “velho” se relaciona à aversão social.

Se em determinadas culturas e épocas se espera que o idoso trabalhe até quando possa e se tenha pelo velho respeito e admiração; na nossa, o termo idoso é sinônimo de inútil, e o termo velho denota repulsa e desprezo.

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Como chamar a vida entre o trabalho e a velhice?

Notícias & Almanaque.

Deu no The Economist.

Para que possamos tirar proveito de nossas vidas mais longas, é necessário criarmos uma nova categoria de idade.

Como você chama alguém com mais de 65 anos, mas que ainda não é idoso? Esta fase da vida, entre trabalho e decrepitude, carece de um nome. “Geriactivos” erra demais no lado da senescência. “Sunsetters” ou “Nightcappers” correm o risco de parecer condescendentes. Talvez “Nyppies” (Not yet Past It) ou “Owls” (Older, Working Less, Still earning) são mais propícios.

Denominar uma categoria de idade pode soar como um exercício frívolo, mas os estágios da vida são construções sociais, e a história mostra que o surgimento de uma nova classe pode desencadear mudanças profundas de atitude. Essa transfiguração é necessária para obtermos uma resposta apropriada às questões atuais referentes ao aumento da longevidade.

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O ócio e a produtividade

Trabalho & Produtividade

Pesquisas recentes (e também não tão recentes assim) evidenciam que o repouso é fator determinante na produtividade do trabalho. Os estudos sobre o hábito da sesta e seus impactos levaram a que muitas corporações adotassem a política do cochilo depois das refeições, algumas, inclusive, fornecendo os recursos (camas, ambientes, etc.) para a prática.

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No Reino Unido a constatação da relação positiva entre longevidade e preguiça (sic) vem corroborar pesquisas médicas no sentido de que vida profissional estressante e acelerada é nociva não só em termos biológicos, mas também em termos de qualidade da vida psíquica e social. Ao que estas investigações indicam, até práticas julgadas “saudáveis”, como a frequentação de academias, os circuitos de treinamento, e as corridas sistemáticas, pasmem, encurtam a vida e inibem a produtividade.

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