ALMANAQUE: Mafalda.

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ALMANAQUE: Churchill (or not).

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ALMANAQUE: Reforma Trabalhista.

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Serre

 

 

 

 

 

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NOTÍCIAS: Automação excessiva.

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Deu na The Verge, por :

Elon Musk admitiu, na sexta-feira, 13 de abril, que “os seres humanos são subestimados” e que a Tesla, empresa que fez sua reputação em parte ao anunciar a promessa da automação, tornou-se muito dependente dela.

Só para deixar claro, Musk não está falando sobre a tecnologia de direção autônoma nos carros de sua empresa — uma característica que tem recebido críticas após uma série de contratempos assustadores, incluindo um que pode ter resultado em um acidente fatal na Califórnia no mês de março.

Em vez disso, Musk quis dizer que a Tesla está expulsando alguns robôs de sua fábrica em favor de trabalhadores humanos. “Sim, a automação excessiva na Tesla foi um erro”, disse Musk no Twitter, em resposta a Tim Higgins, do Wall Street Journal. “Para ser preciso, meu erro. Os seres humanos são subestimados.”

Musk entrou em mais detalhes em uma entrevista à CBS This Morning, na qual afirmou: “Nós tínhamos essa complexa e louca rede de correias transportadoras…. E não estava funcionando, então nos livramos da coisa toda”.

Até agora, esses processos automatizados produziram alguns resultados bastante inexpressivos. A empresa anunciou no início deste mês que, mais uma vez, não alcançou suas metas de produção do seu carro Model 3, e as encomendas do sedã foram adiadas em seis a nove meses.

A confissão de Musk de que suas redes complexas de sistemas automatizados não estavam funcionando marca uma grande mudança na linha de pensamento do CEO. Ele anteriormente havia promovido a promessa de automação em suas fábricas, sugerindo que seria a solução para os problemas de produção de longa data da empresa.

“Nosso código interno para a fábrica, a máquina que constrói a máquina, é o couraçado alienígena”, disse Musk em uma ligação com investidores em 2016, de acordo com a Business Insider. “[Quando] nossa fábrica parece com um couraçado alienígena, então sabemos que provavelmente está certo.”

Na época, Musk disse que a fábrica estaria em modo “couraçado alienígena 0.5” enquanto trabalhava na produção do Model 3. “E então levará mais um ano, eu não sei, no verão de 2018, para chegar à versão couraçado alienígena”, disse.

Em uma reunião sobre resultados financeiros no ano passado, Musk seguiu promovendo o papel da automação nas fábricas da Tesla. “É notável o quanto pode ser feito só de exaurir os robôs”, afirmou. “Colocar robôs adicionais nos pontos de estrangulamento e simplesmente fazer as linhas irem muito rápidas. A velocidade é a arma final.”

Agora, Musk está dizendo que toda a automação é parte do problema, e não a solução para a Tesla. Com um potencial pacote de remuneração de US$ 56 bilhões à sua espera, ele vai se voltar para os humanos para que a linha de montagem funcione sem problemas novamente — uma linha de produção que já foi descrita como um inferno para aqueles que participaram dela.

Musk tem o hábito de prometer demais. Ele alegou que os problemas com o Model X foram resultado de “colocar muita tecnologia de uma só vez em um produto”. Ele começou a vender um recurso “Full Self Driving” por um preço adicional de US$ 8 mil bem antes de estar pronto para entregá-lo. Sua linha de produção de “couraçado alienígena” está se tornando mais dependente de trabalhadores humanos não sindicalizados. Talvez não seja uma boa confiar em Elon Musk.

Clique aqui para ler o artigo original na íntegra e aqui para o artigo traduzido pelo Gizmodo.

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ALMANAQUE: Relação trabalhista.

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NOTÍCIAS: A poderosa e invisível razão pela qual pessoas com pouco talento se tornam bem-sucedidas.

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Deu na BBCÀs vezes relutamos em creditar nosso êxito na vida à sorte. Preferimos atribuir um ganho material ou um resultado positivo à nossa inteligência, nossas habilidades ou ao trabalho árduo.

Ridvan_Celik/Getty Images

Mas se nosso sucesso está diretamente relacionado à nossa capacidade, por que parece haver tantas pessoas bem-sucedidas com talento medíocre? E por que será que as pessoas mais inteligentes do mundo não são também as mais ricas?

Um novo estudo, escrito por uma equipe de pesquisadores italianos, os físicos Alessandro Pluchino e Andrea Rapisarda, e o economista Alessio Biondo, usou um programa de computador que simula o sucesso definido pela riqueza financeira para mostrar que as pessoas mais bem-sucedidas do mundo não são necessariamente as mais talentosas. Elas são, segundo eles, as mais sortudas.

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ALMANAQUE: Sistema & Produtividade.

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Merlí é uma série de televisão produzida pela TV3 sobre um professor de filosofia que, usando alguns métodos pouco ortodoxos, incentiva seus alunos a pensar livremente – dividindo as opiniões de alunos, professores e famílias. Disponível em Netflix.

 

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NOTÍCIAS: A felicidade de trabalhar das oito da manhã às três da tarde.

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Deu na El País: Uma empresa espanhola de 9.000 funcionários que estabeleceu a jornada de trabalho intensiva constata o sucesso.

Terça-feira. São 15h no relógio. Milhares de pessoas começam a sair de um edifício em um bairro no subúrbio de Madri. Parece o intervalo para o almoço; na verdade, é a saída do trabalho. Não é um feriado ou o horário especial de Natal.

Neste escritório é o cotidiano. Acontece todos os dias desde 2008. Naquele ano, a empresa espanhola Iberdrola concordou com seus funcionários, cerca de 9.000 trabalhadores, em universalizar a jornada intensiva: trabalhar de 7h15 até 14h50 com 45 minutos de flexibilidade à hora de entrar ou sair todos os dias do ano.

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NOTÍCIAS: Estudar e trabalhar.

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Sleeping Woman with Shutters, 1936 (Musée Picasso, Paris).

Deu no El País.

 

O doutorado é prejudicial à saúde mental.

Estudo diz que doutorandos são seis vezes mais propensos a desenvolverem ansiedade ou depressão.

Se o sistema de pontinhos não está indo à breca, deveria.

 

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NOTÍCIA: Os novos campi empresariais.

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Deu no Aeon:  Os novos campi empresariais: entre o campus universitário e o campo de refugiados.

A cultura do campus, como o da Google, da Microsoft que parece servir, moldar e empregar todo o trabalhador, tem como corolário um boom na psicologia positiva. Isto é fato. Mas o positiva aqui pode ter diversas conotações: os Delta de Admirável Mundo Novo também riam à toa. É uma interpretação possível deste texto da Aeon.

 

 

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Cf. Huxley, Aldous (2014) Admirável mundo novo. Tradução de Vidal Serranoe Lino Vallandro. São Paulo. Editora Globo

ALMANAQUE: A atratividade do perfeccionismo no trabalho.

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NOTÍCIAS: O que é a regra do 52-17 e como ela pode nos ajudar a ser mais produtivos no trabalho.

Notícias.

Deu na BBC:

As famosas oito horas de trabalho diárias fixadas pela legislação trabalhista de diversos países acabam se tornando, com frequência, nove, dez ou até mesmo 12 horas consecutivas em dias muito atribulados no escritório. Muitas vezes, não sobra nem mesmo tempo para almoçar.

Mas, segundo especialistas, esses hábitos de trabalho excessivos, cada vez mais comuns, prejudicam a produtividade.

Um estudo elaborado pela Draugiem Group, uma organização da Letônia que reúne várias startups, identificou que uma longa jornada de trabalho não melhora seu rendimento. O que realmente importa, de acordo com a pesquisa, é como você divide seu tempo de trabalho e a estrutura de execução das suas tarefas.

A conclusão foi que as pessoas que fazem pausas programadas na rotina demonstram ser mais produtivas do que aquelas que trabalham por mais horas consecutivas sem descanso.

O estudo propõe a regra chamada “52-17”, que basicamente significa trabalhar com máxima dedicação por 52 minutos e descansar 17 minutos.

“Não é que a rotina de trabalho de oito horas esteja obsoleta, mas ela simplesmente mudou para um modelo de horas mais flexíveis”, explicou à BBC Artis Rozentals, diretor executivo do Draugiem Group.

“Um conselho para as pessoas é que parem para reparar como é seu rendimento diário e repensem como usar seu tempo”, completou.

Monitoramento produtivo ou espionagem?

O estudo também sugere que as próprias empresas monitorem a forma como cada empregado utiliza seu tempo – algo que poderia ser mais polêmico, já que provavelmente nem todo mundo se sentiria confortável com um chefe controlando o que cada um faz em cada minuto do seu dia.

“Para mim, seria como uma espionagem. Não ficaria confortável com isso”, afirmou o funcionário de um banco nos Estados Unidos.

Para executar esse plano, a empresa poderia instalar um software que permitiria aos patrões acompanharem tudo o que os empregados fazem durante a jornada de trabalho, conforme explica Rozentals.

“A empresa pode saber se ele está usando seu tempo em tarefas relacionadas com o trabalho ou em assuntos pessoais”, observou.

“Isso também permitiria à companhia contabilizar o tempo usado em um projeto específico para calcular o custo dele.”

‘Técnica do tomate’

A ideia de fazer pausas no trabalho não é nova. Diversos estudos psicológicos fazem essa recomendação – um consultor italiano, Francesco Cirillo, chega a propor que o ideal seria trabalhar 25 minutos consecutivos e descansar cinco, o que chamou de “técnica do tomate”.

O nome foi inspirado naqueles relógios de cozinha em formato de tomate usados para cronometrar o tempo de receitas.

Os críticos, porém, pontuam que em muitas profissões essa técnica seria impraticável.

Por exemplo, um cirurgião não vai poder parar uma cirurgia no meio para isso, um piloto de avião também não poderá interromper um voo, um advogado não poderá parar de trabalhar no meio de um julgamento por conta dos “minutos do tomate”.

No entanto, os que defendem as pausas programadas insistem que o cérebro humano não está preparado para ficar concentrado na mesma tarefa por oito horas consecutivas e afirmam que não é bom para o corpo ficar oito horas sentado em uma cadeira.

Do ponto de vista do médico, especialistas alegam que o horário flexível mostra um impacto positivo para os olhos, as costas, a circulação sanguínea e para os níveis de estresse.

Talvez o debate sobre isso precise acontecer de uma forma mais diversa, considerando que os períodos de concentração das pessoas são diferentes. Para algumas, a estratégia do 52-17 pode funcionar bem, mas o mais interessante é que cada um busque a sua maneira ideal de dividir o tempo para que a rotina seja mais produtiva.

Clique aqui para ler a matéria original.

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NOTÍCIA: A Tentação do Signore Padermi sobre a Experiência.

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Artigo publicado: A Tentação do Signore Padermi sobre a Experiência. RAP. Revista Brasileira de Administração Pública, v. 30, n.5, p. 139-148, 1996.

CHERQUES, H. R. T.

Este artigo trata da experiência como modificadora do objeto observado, dos riscos inerentes a toda investigação e das alternativas de superação do dilema entre a preservação do objeto e o imperativo do experimento. Parte de um relato histórico e especula sobre as dúvidas que seus personagens possam ter tido acerca da experiência e das soluções que possam ter aventado.

Signori Padermi’s temptation: about experience This article deals with the experiment as a modifier of the observation object, with the risks inherent in any experiment, and with the alternatives to overcome the dilemma between the preservation of the object and the imperative of the experiment. It starts with a historical account and speculates upon the doubts its characters might have had about the experiment and the solutions they might have como up with.

Recuperável aqui.

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NOTÍCIAS: Pater familae.

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Labourers at lunch on the West Side, New York, 1967. Photo by Danny Lyon/Magnum

Pesquisadores norte-americanos indicam que o declínio do emprego está afetando um dos traços mais sensíveis e antigos das culturas ocidentais: a masculinidade. O decaimento do trabalho assalariado está compelindo a um ajustamento traumático do pater familiae como sustentáculo do sistema comunitário.

Veja mais aqui.

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ALMANAQUE: Reformulação do quadro de empregados.

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https://i2.wp.com/www.elevatorworld.com/blogs/wp-content/uploads/2016/04/ch5-2a.jpg

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NOTÍCIA: Novas tecnologias podem provocar saída de multinacionais do Brasil.

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Deu na FolhaPara José Pastore, redução de custos com indústria 4.0 tira atrativo da mão de obra barata no país.

A quarta revolução industrial vai tirar o atrativo do custo baixo da mão de obra brasileira para as empresas, pois as novas tecnologias têm permitido que elas consigam “fazer mais do que antes, com menos pessoas, menos salários, menos dor de cabeça”.

A afirmação é de José Pastore, 82, um dos maiores especialistas brasileiros em relação do mundo do trabalho.

Também chamada de indústria 4.0, a quarta revolução industrial é o uso de tecnologia, como internet das coisas e robotização, para que as empresas otimizem sua produção por meio de coleta e análise de dados em tempo real.

Segundo ele, há o risco de que muitas multinacionais deixem de ver vantagem em operar no Brasil, que, além de permanecer longe da fronteira tecnológica, sofre com precariedade educacional crônica e com excesso de burocracia.

Pastore, presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, promoveu recentemente o seminário “Como será o trabalho do futuro à luz de novas tecnologias?”.

Há um esforço para mensurar quantas vagas serão criadas e eliminadas na esteira da quarta revolução industrial. Há um exagero nisso?

– Acho que essa ansiedade é mundial, não há uma família do mundo que não pergunte: “O que vai acontecer com emprego do meu filho, do meu neto, com a entrada de tantos robôs no setor produtivo?”. Na literatura, você vai encontrar resposta para tudo. Tem gosto para tudo. Você vai ter autores de respeito dizendo que [a tecnologia] mais destrói do que cria, e vai ter outros dizendo que mais cria do que destrói. E tem aqueles por quem tenho muita admiração que dizem: “A questão não é o que destrói e o que cria, o problema é o que é transformado”.

A grande maioria dos empregos e do trabalho certamente passará por muita transformação em razão das mudanças tecnológicas. E isso aqui também tira o sono da gente, porque a pergunta é: “Será que o país, a escola, a empresta estão preparadas para fazer o ajuste?”.

Por que o sr. disse admirar os especialistas mais moderados nesse debate?

– Porque, olhando para os países, você vai encontrar casos como EUA, Japão e Alemanha, que usam novas tecnologias em grande profusão e têm nível de geração de emprego admirável, desemprego baixíssimo. A literatura mostra que na Alemanha a velocidade de entrada de robôs é igual ao surgimento de novos empregos. Os EUA estão com 4% de desemprego. O Japão também. Essa questão de que só destrói não é verdadeira, há empregos que são destruídos e outros que são criados, e a grande maioria se transforma.

Há diversas projeções divergentes sobre o impacto da tecnologia sobre o emprego. Isso tira credibilidade do debate e gera mais confusão do que orientação?

– Acho que as divergências que surgem só agravam a ansiedade que existe. Há estimativas diferentes, mas também estudos como o da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que dizem que a profissão não some. Quem é médico hoje vai continuar médico daqui a dez anos, oito anos, mas o que ele vai fazer vai ser transformado.

Outros falam que não é questão de olhar o saldo, vamos olhar o impacto na renda, que desiguala ou cria polarização porque destrói muitas atividades do meio e preserva as pontas, as altamente especializadas e as que não podem ser robotizadas embaixo, que é o zelador, o garçom, a enfermeira, quem faz manutenção de equipamentos.

O sr. mencionou que as chamadas profissões do meio estão desaparecendo. O que mais já se vê de transformação concreta?

– Você vai ter mudança de funções de atividades a começar pela sua profissão de jornalista. A sua profissão está cheia de novidade. É possível escrever uma reportagem sem a participação do jornalista humano.

Há advogados de ponta que fazem a petição deles em cima de um número monumental de informações [levantadas por tecnologia] para fazer o melhor argumento possível. Na medicina, há os médicos que confiam mais no diagnóstico feito por robôs e big data do que no seu próprio.

Isso também já é visto aqui no Brasil?

– A CNI (Confederação Nacional da Indústria) tem pesquisas mostrando que menos de 40% das indústrias brasileiras estão na quarta revolução industrial. E as que estão entram lentamente. No setor de serviços, a coisa é diferente. No financeiro, a velocidade é espantosa, de automação e inteligência artificial.

O risco de que a atual revolução tecnológica aumente a desigualdade de renda é concreto? Essa ameaça existe no Brasil?

– O risco é concreto porque aumentou a diferença da remuneração do capital em relação à remuneração do trabalho. A remuneração do capital está maior que a do trabalho porque as tecnologias dão saltos de produtividade fantásticos e acabam dispensando certas habilidades humanas. A remuneração do ser humano tende a ser postergada ou reduzida em relação à remuneração do capital, e isso gera desigualdade.

Isso é uma coisa séria para o Brasil porque muitas multinacionais vêm pra cá, assim como para outros países em desenvolvimento, porque o trabalho ainda é barato. Agora, com as novas tecnologias, o trabalho brasileiro, apesar de barato, se torna muito caro, porque você consegue fazer muito mais do que antes, com menos pessoas, menos salários, menos dor de cabeça.

Muitas multinacionais começam a apresentar sinais de volta aos países de origem porque lá elas conseguem fazer mais quase sem trabalho, com muita automação, além de estarem perto da logística e do consumidor. Isso é um problema que preocupa bastante.

O que o Brasil poderia estar fazendo?

– Para enfrentar essa questão de desigualdade de renda, destruição de emprego, transformação de trabalho etc., os países avançados, como EUA, Alemanha e Coreia do Sul, possuem conselhos especializados na formulação de políticas especificas para esse assunto.

No que tange à qualificação da mão de obra, não preciso dizer que nosso sistema educacional tem uma precariedade crônica. As burocracias também estimulam a automação, a inteligência artificial. Quando o empresário vê que é muito complicado, ele fala “eu vou robotizar”. Então, burocracia tributária, trabalhista, do ambiente instigam uma aceleração da busca de proteção do negócio via automação. E a gente está fazendo pouco nesse campo aqui. No campo tributário, Bill Gates acha que está na hora de pensar em tributar robôs.

 

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