postos de trabalho

Melhores Empresas para Trabalhar.

Notícias.

Veja aqui o Ranking Nacional das Melhores Empresas para Trabalhar da 21ª edição do Great Place to Work.

 

 

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O problema é outro.

Notícias & Almanaque.

Um estudo recente da Universidade de Oxford e Chicago mostra que até 85% dos empregos estão em risco de automação, especialmente nos países em desenvolvimento.

Clique na imagem e veja o infográfico montado pelo site Futurism:

 

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Sobre vínculos

Notícias & Almanaque.

Deu no The New York Times:

correntes

Temos a ideia feliz de que o sol costuma nascer antes em outros lugares. Preferimos não lembrar que também costuma se por.

Desde 2010, na União Europeia, mais de metade dos novos postos de trabalho são de contratos temporários. O número de não-ocupados – trabalhadores que procuram emprego – só faz crescer.

Não há reversibilidade para este tipo de fenômeno. Ou nos preparamos para a mudança de paradigma do trabalho que se avizinha – o decréscimo acelerado do vínculo continuado – ou o mundo real nos engolfará em um emaranhado de práticas, direitos, normas, discursos e formações anacrônicas.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Trabalho & Tecnologia: questões éticas.

Trabalho & Ética.

As discussões éticas associadas à relação entre trabalho e tecnologia podem ser distribuídas em cinco grandes grupos: o da supressão de postos de trabalho, o da exclusão econômica, o da obsolescência dos conhecimentos, o da instrumentalização dos seres humanos e o da sujeição disciplinar.

(mais…)

Bauman: nós, os supérfluos.

Trabalho & Produtividade.

Três conceitos fundamentais do sociólogo teórico Zygmunt Bauman ajudam a compreender as implicações da eliminação dos postos de trabalho. São eles: o de modernidade líquida, o de resíduos humanos, o de populações supérfluas. (mais…)

O eterno feminino 2.

Notícias & Almanaque.

Deu no Gizmodo, por Camila Montagner para o outracidade.com.br:

A DESIGUALDADE SALARIAL ENTRE GÊNEROS NA TERRA DO BOOM DIGITAL

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A explosão tecnológica mudou a cara de São Francisco. A principal cidade na região metropolitana onde está o Vale do Silício passou a concentrar um número cada vez maior de empresas, o que aumentou a oferta de emprego. Mas nem a competição acirrada resolveu todos os problemas nas relações de trabalho. Por exemplo, a desigualdade entre gêneros. No município em que a renda média anual em 2014 era de US$ 79.778 por moradia e o número total de empregos cresceu 22% desde 2010, as mulheres ainda ganham em média 22,4% a menos que os homens em todos os níveis de escolaridade.

A qualidade e quantidade das oportunidades de emprego são um bom modo de medir a saúde econômica de um local, mas São Francisco enfrenta um déficit de imóveis que tem pesado no bolso dos trabalhadores, mesmo entre os mais qualificados. O preço médio de um imóvel na área é de US$ 830 mil (6% maior em relação ao ano de 2014) e do aluguel de um apartamento é de US$ 3.890. Aproximadamente 34% dos locatários comprometem mais de 35% da sua renda com o aluguel. O crescimento da renda média por moradia, de 4,7% acima da inflação se comparada a 2014, não foi suficiente para cobrir a alta dos imóveis.

Quanto maior o nível de escolaridade dos empregados, maior a desigualdade salarial entre gêneros. Enquanto mulheres com escolaridade inferior ao nível médio recebem US$ 0,95 para cada dólar ganho por um homem, mulheres pós-graduadas recebem em média US$ 0,73. Parece muito, mas a disparidade de salários entre homens e mulheres com essa escolaridade já chegou a 42% em 2014.

Há profissões que são exceções, como na área de arquitetura e engenharia que pagam 42% a mais para mulheres que os salários ganhos pelos homens nos mesmos níveis gerenciais. No entanto, se consideramos a totalidade das mulheres empregadas, a disparidade entre salários ainda é de US$ 0,82 ganho por mulher para cada dólar pago para um homem.

Em São Francisco, 50 mil postos de trabalho foram criados nos últimos quatro anos e que recebe aproximadamente 10 mil novos habitantes por ano. O estado da Califórnia aprovou recentemente uma lei que torna obrigatório que pessoas exercendo funções “substancialmente similares” recebam o mesmo salário – aqui no Brasil, por exemplo, a lei trabalhista também prevê pagamentos iguais para pessoas com o mesmo cargo. No entanto, ela não tem impacto sobre os dados de 2015, pois entrou em vigor a partir em 1º de janeiro desse ano – mas ainda pode impulsionar a redução das disparidades salariais em 2016.

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