ÉTICA: A imoralidade contraproducente.

Ética.

O minguado senso moral dos gerentes da era da competição sem limites costuma estimular a adoção de práticas danosas ao trabalho, às organizações, à economia e, em última instância, à sociedade.

Dentre as quebras na produtividade imputáveis ao descaso com a ética, figuram, em cambulhada, as interdições da fala, os protocolos de metas, a mentalidade mercenária e a surdez comunicacional.

O hábito de tolher a comunicação entre trabalhadores tem dois efeitos. Camufla a ineficácia na cadência de tarefas e cristaliza as rotinas, que se atrasam em relação as mudanças no ambiente técnico-econômico.

A estipulação de metas dissemina fantasias numéricas. Convida a pequenos ajustes, lacunas e deslocamentos, que se acumulam nos relatórios corporativos. Conciliações inúteis que desfiguram a realidade. Um exemplo é o da transferência dos resultados da primeira quinzena de janeiro para dezembro do ano anterior, de modo a cumprir metas anuais. Outro, é o das pedaladas e químicas orçamentárias, que, de tão frequentes, tornaram-se norma nas grandes corporações públicas e privadas.

O vício mercantilista, desde o comércio de horas trabalhadas até a atitude dos gerentes que buscam resultados de curto prazo para aumentar seu bônus anual ou para ascender na carreira, favorece disposições prejudiciais à rentabilidade e à fidelização do trabalhador.

Por fim, a surdez comunicacional desmoraliza a busca de produtividade. Se ninguém se dispõe a escutar sobre o que possa balançar o barco, como denúncias de assédio e de maus tratos, e ninguém se sente estimulado a delatar a incompetência gerencial, nem os desperdícios e os defeitos nos produtos e serviços, o barco tende a naufragar sem ter balançado.

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NOTAS: Microsoft testa semana de quatro dias no Japão e produtividade aumenta 40%.

Notas.

Deu no Gizmodo por .

Em agosto desse ano, a Microsoft do Japão decidiu realizar um teste com seus funcionários, diminuindo o expediente para apenas quatro dias na semana. A companhia anunciou os resultados do experimento e eles indicam que a produtividade aumentou em quase 40%.

O projeto “Work-Like Choice Challenge Summer 2019” permitiu que os 2.300 funcionários da sede ganhassem cinco sextas-feiras livres, sem qualquer redução no salário ou desconto nos dias de férias.

De acordo com o Nikkei xTechcom um dia a menos na semana, os funcionários tiveram que ser mais econômicos e eficientes com o seu tempo, o que explica, em parte, o aumento da produtividade. Além disso, muitas reuniões também foram reduzidas, eliminadas ou conduzidas remotamente, evitando que as pessoas precisassem se deslocar até o escritório.

O projeto parece ter beneficiado não apenas os funcionários, mas representou uma economia para a empresa e para o próprio meio-ambiente. Com cinco dias a mais que a empresa esteve vazia, o gasto de eletricidade diminuiu 23,1% e foram impressas 58,7% menos páginas.

Não é de se surpreender que a aceitação por partes dos funcionários foi quase unânime, com 92,1% afirmando que gostaram da experiência de uma semana de trabalho mais curta.

Testes como esse já foram feitos em outros países, com resultados similares ao da Microsoft do Japão, e a própria Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou um relatório em 2018 que mostra que expedientes mais curtos geralmente resultam em um aumento na produtividade.

A Microsoft Japão planeja repetir o experimento no próximo verão e, possivelmente, expandir para outras épocas do ano também. De acordo com o The Mainichia companhia ainda planeja subsidiar férias em família ou educação dos funcionários em até 100 mil ienes.

A expectativa é que o projeto acabe influenciando outras empresas e a cultura de trabalho do país, em geral . Segundo a CNBCum relatório do governo japonês de 2016 revelou que as empresas exigem que os seus funcionários trabalhem 80 horas extra por mês, sendo que muito vezes eles não recebem a mais por isso.

O país tem inclusive o termo “karoshi”, que significa “morte por excesso de trabalho”. Segundo o Conselho Nacional de Defesa para Vítimas de Karoshi, o número de mortes por esse fenômeno pode chegar a 10 mil por ano no Japão.

Leia mais sobre Karoshi.

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NOTAS: Múltiplas telas invadirão ambiente de trabalho.

Notas.

Deu no WSJ por Sara Castellanos.

Displays ajudarão funcionários a realizar várias tarefas simultaneamente e elevar produtividade.

Tela de gerenciamento na cozinha de um restaurante em Pequim com inteligência artificial. Foto: ZHANG CHEN/XINHUA/ZUMA PRESS.

Muitas vezes empoeirado, perdido na bagunça de uma mesa de trabalho que oculta sua posição como janela para a transformação digital e de negócios que está em curso, o monitor de computador precisa ser recriado.

Nos próximos dez anos, será mais comum que os locais de trabalho abriguem múltiplos monitores, de diversos tipos e tamanhos, entre os quais telas de computador e de tablet, e displays que facilitam experiências de realidade virtual e aumentada.

As chamadas “experiências ambientais”, nas quais mundos virtuais e físicos se combinam em tempo real por meio de diversos aparelhos e displays, se tornarão a norma.

“Vai haver mais e mais displays, para todos esses aspectos da vida, o que dará ao usuário uma experiência contínua”, disse Tuong Nguyen, principal analista do grupo de pesquisa Gartner, cuja especialidade são as tecnologias e tendências emergentes.

Novos locais de trabalho emergirão, com displays múltiplos e telas maiores, panorâmicas, em grande parte porque os dados estão se tornando o foco central de todos os setores, o trabalho multitarefas é necessário e os trabalhadores mais jovens exigem produtos de melhor qualidade nos seus escritórios, segundo Bert Park, vice-presidente sênior e diretor-geral de software e periféricos da Dell, subsidiária da Dell Technologies.

Os displays de computador continuarão a ser “pontos de ancoragem” para a produtividade do trabalho, porque a demanda por visualizar dados, o que inclui gráficos e tabelas, continuará a crescer, diz Park.
“Muita gente executará múltiplas tarefas, o que significa que mais espaço de tela será necessário”, afirmou.

Pode ser que ter telas maiores, ou telas separadas para email, videoconferências e tabelas, por exemplo, se tornem comum também para trabalhadores de outros setores, além das finanças, que hoje precisam alternar múltiplas janelas em uma só tela.

Telas separadas podem resultar em economia de tempo, elevar a produtividade e possivelmente ajudar os trabalhadores a recordar os fatos corretamente.

Visitante da SXSW, nos EUA em estande da Lockheed Martin: empresa usa headsets de realidade aumentada para acelerar o aprendizado dos engenheiros. Foto: Suzanne Cordeiro.

Displays transparentes, como os headsets de realidade virtual e aumentada que sobrepõem imagens geradas por computador ao campo visual real do usuário, também podem se tornar mais comuns no ambiente de trabalho, dentro de três a cinco anos, diz Park.

Empresas já começaram a testar headsets e tablets de realidade aumentada, primariamente para orientar trabalhadores sobre processos industriais e de manutenção. A demanda por displays de realidade aumentada também pode se estender à pesquisa e desenvolvimento e ao design de produtos, disse Park.
“O profissional poderia começar a construir a próxima versão de um produto e introduzir melhoras via realidade virtual de modo interativo.”

A divisão espacial da Lockheed Martin está usando headsets de realidade aumentada para acelerar o aprendizado dos engenheiros sobre os processos de construção de espaçonaves, por exemplo.

Os dispêndios mundiais em realidade aumentada e realidade virtual devem atingir US$ 20,4 bilhões neste ano, de acordo com a IDC, empresa de pesquisa de mercado. Isso representa um grande salto ante o investimento estimado de US$ 12,1 bilhões em 2018.

Os trabalhadores mais jovens, entre os quais os da geração milênio, abraçarão essas novas tecnologias e ajudarão a popularizá-las nos locais de trabalho, disse Park. Mas trabalhadores mais velhos também optarão por usar os novos displays e headsets para a solução de determinados problemas, ele acrescentou.

A realidade virtual, que envolve o uso de headsets que permitem interação com representações digitalizadas mas que parecem reais, está avançando na força de trabalho, se bem que em ritmo mais lento, disse Park.

A empresa de entregas UPS, por exemplo, usa a realidade virtual para simular a experiência de dirigir seus caminhões, antes que motoristas novos comecem a trabalhar nas ruas.

A Genentech, divisão da Roche Holding, está usando a realidade virtual como ferramenta de treinamento para cirurgiões oculares, em um teste clínico que executivos esperam que conduza ao uso generalizado da tecnologia.

Os headsets de realidade virtual terão de superar alguns desafios nos próximos anos. Como ficam muito perto dos olhos do usuário, a resolução precisa ser maior para oferecer “imagens reais”.

A informação em tempo real é importante nos negócios, e por isso a tecnologia dos chips precisa evoluir para resolver questões de latência que retardam a informação, ele disse.

O futuro da realidade virtual e da realidade aumentada depende em muito do sucesso da tecnologia 5G de comunicação sem fio, que pode resultar em redução considerável da latência.

“A tecnologia que temos hoje está na adolescência”, disse Nguyen, do Gartner.

“Parece já ser crescida, mas ainda terá de passar por diversas fases incômodas.”

Clique aqui para ler a matéria traduzida por Paulo Migliaccina e aqui para a matéria original (em inglês).

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TRABALHO: Elogio da mobilização.

Trabalho.

Os indutores da produtividade são a motivação e a mobilização. A motivação emana da emocionalidade. A mobilização, da credibilidade.

Ao se basearem no sistema de recompensa–punição, os esforços motivacionais são marcados pela efemeridade dos resultados e pelo encurtamento dos efeitos.

Ao se referenciarem aos sistemas de êxito–sacrifício, os esforços mobilizadores tendem a obter resultados mais sólidos e duradouros.

A disparidade ocorre porque não há como esperar que seres pensantes sejam motivados pelos mesmos fatores. Existe – como ninguém pode ignorar depois de Nietzsche e de Freud -, uma clivagem entre o que é próprio do ser humano – como ter vontades, ter projetos, e assim por diante – e o que é próprio de cada ser humano individual – o sofrimento, as lembranças, os desejos, ….

Os apelos às emoções generalizam expectativas que são pessoais. Por isso, as tentativas para motivar têm resultado incerto e imprevisível. Já os estímulos mobilizadores são culturalmente circunscritos, afetos a grupos e comunidades. Além disto, as tentativas de mobilização são imediatamente aferíveis, já que seus efeitos são discretos: ou bem satisfazem, ou bem fracassam.

Os discursos motivacionais são destinados a cativar e a criar fantasias. Focam o nível operacional mais baixo da (re-) produção de bens e serviços. São baseados em esquemas psicológicos primários, os que os torna disfuncionais no nível mais intelectualizado da geração e da criação.

Os esforços mobilizadores são funcionais neste nível. No entanto, requerem domínio técnico específico, base cultural ampla, sensibilidade para as diferenças individuais e a capacidade de ajustar interesses diversificados.

São exercitados em um patamar muito acima do que se discute e do que se pode aprender nas escolas de administração e de negócios.

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NOTAS: Local de trabalho.

Notas.

Deu na BBC por Jeff Pfeffer:

O que fazer para evitar que o ambiente de trabalho nos mate.

Em 2016, um engenheiro de software da Uber, com uma renda anual de seis dígitos, cometeu suicídio. O motivo, segundo sua família, foi seu alto nível de estresse no trabalho.

Um estagiário do banco Merrill Lynch de 21 anos desmaiou e morreu em Londres depois de trabalhar 72 horas seguidas.

Quando a gigante do aço ArcelorMittal fechou uma de suas fábricas, um funcionário de 56 anos morreu de ataque cardíaco três semanas depois. Teria sido o choque de perder o emprego depois de tanto tempo, afirmaram parentes à época.

Os casos, ainda que extremos, são sintomas de um problema cada vez mais comum: a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho contabiliza que mais da metade dos 550 milhões de dias de trabalho perdidos anualmente devido a faltas “está relacionada ao estresse”.

Em 2015, uma análise feita com base em quase 300 estudos constatou que práticas nocivas no local de trabalho elevavam a mortalidade, assim como o fumo passivo, por exemplo.

Tais práticas incluem desde longas jornadas de trabalho, conflitos entre trabalho e família, ausência de jornadas regulares ou previsíveis e, no caso dos EUA, o fato de não se ter plano de saúde entre os benefícios contratuais.

A insegurança econômica decorrente do desemprego também está listada entre os fatores que geram malefícios à saúde.

Não há dúvida de que o local de trabalho vem deixando as pessoas doentes e causando até mesmo mortes – e isso é motivo de preocupação. Com o aumento dos custos de saúde em todo o mundo, nossa “segunda casa” tornou-se um importante problema de saúde pública.

“Seu chefe tem papel mais importante em sua saúde do que seu médico de família”, diz Bob Chapman, CEO da empresa de tecnologia Barry-Wehmiller.

O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de três quartos dos gastos com saúde em todo o mundo estejam associados a doenças crônicas e doenças não transmissíveis, responsáveis por 63% de todas as mortes.

A doença crônica vem tanto do estresse quanto dos comportamentos não saudáveis que ele induz, como fumar, beber, usar drogas ou comer demais.

Inúmeras pesquisas mostram que o local de trabalho é uma das principais causas de estresse, o que explica, pelo menos em parte, a crise dos serviços de saúde que estamos vivendo.

Homem estressado

Segundo o Instituto Americano de Estresse, o estresse no local de trabalho custa à economia dos Estados Unidos cerca de US$ 300 bilhões por ano.

Custo do estresse

Um artigo do qual fui coautor em uma importante revista especializada indicava que práticas de gestão ineficientes causam 120 mil mortes anualmente nos EUA. Além disso, calculamos os custos extras de assistência médica em US$ 190 bilhões por ano.

Isso tornaria o local de trabalho a quinta principal causa de morte nos Estados Unidos, à frente da doença renal ou o Mal de Alzheimer. No Reino Unido, segundo dados oficiais, 12,5 milhões de dias úteis foram perdidos devido a estresse, depressão ou ansiedade relacionados ao trabalho no biênio 2016-2017.

É preciso lembrar ainda que práticas de trabalho prejudiciais aos funcionários também são nocivas às empresas.

As longas jornadas de trabalho afetam negativamente os índices de produtividade. Cortes ou demissões não melhoram o desempenho organizacional e, muitas vezes, levam ao êxodo dos melhores funcionários.

Além disso, por causa de custos diretos, como indenizações, e custos indiretos, como perder pessoas com fortes relacionamentos com clientes, pode não haver, na verdade, economia de recursos.

Durante décadas, pesquisas mostraram que dar às pessoas maior controle sobre como e quando fazem seu trabalho aumenta a motivação e o engajamento.

Não surpreende que funcionários estressados estejam mais propensos a se demitir – e a alta rotatividade sai caro. Estudos vêm demonstrando o que parece ser óbvio: empregados doentes e estressados não são mais proficientes ou produtivos em seu trabalho quanto aqueles mais saudáveis.

Mulher chorando

Vivemos uma era de maior insegurança econômica

Cenário pessimista

Os indicadores mostram, infelizmente, um cenário pessimista.

Cortes de empregos, que costumavam ocorrer apenas em tempos econômicos difíceis, agora são rotineiros. Quando a brasileira 3G Capital fundiu as gigantes de alimentos Heinz e Kraft, 20% da força de trabalho foi reduzida, à medida que a empresa consolidava a produção e eliminava funções que se sobrepunham.

A chamada “gig economy“, baseada no trabalho temporário e feito por freelancers, faz com que estes sejam tempos de maior insegurança econômica, já que muita gente não consegue saber qual será sua renda daqui a uma semana.

A tecnologia que permite a varejistas e a outras empresas, como hotéis e restaurantes, flexibilizar o número de funcionários faz com que os salários sejam cada vez mais variáveis e que as pessoas enfrentem restrições para conciliar o trabalho com a família e as tarefas domésticas.

Também houve uma mudança importante na gestão das empresas. Nos anos 50 e 60, CEOs equilibravam-se entre interesses de acionistas, clientes, funcionários e comunidade – o chamado “capitalismo consciente”.

Agora, contudo, os interesses dos acionistas falam mais alto. Poucos líderes parecem entender que, quando as pessoas vêm trabalhar para eles, elas colocam seu bem-estar físico e psicológico em suas mãos.

Mas, conscientes disso, algumas empresas decidiram mudar a forma como tratam seus funcionários.

Nelas, os empregados ganham um dia de folga e são obrigados a tirá-lo.

Os gerentes não enviam e-mails ou mensagens de texto a qualquer hora. As pessoas trabalham, vão para casa e têm tempo para relaxar. Algumas companhias chegam, inclusive, a oferecer acomodação, de modo que as pessoas possam ter um emprego e uma vida familiar.

Os funcionários são tratados como adultos e têm controle sobre o que fazem e como fazem para cumprir suas responsabilidades profissionais. Ou seja, não há microgerenciamento.

Mais importante do que isso: as empresas são lideradas por indivíduos que levam a sério seus deveres com seus funcionários. Na SAS Institute, desenvolvedora de um dos softwares estatísticos mais utilizados no mundo, um dos cargos de direção é ocupado por uma pessoa cuja função não é estritamente cuidar do crescimento dos negócios: ela é responsável por garantir o bem-estar dos funcionários.

As pessoas precisam escolher seu empregador não apenas pelo salário e oportunidades de crescimento profissional, mas também com base no impacto que o trabalho terá em sua saúde física e psicológica. Por outro lado, os empregadores não devem focar apenas o lucro, mas também a saúde de seus funcionários.

Já os governos, preocupados os crescentes custos na área da saúde, precisam se concentrar em melhorar o ambiente de trabalho, porque o estresse está claramente deixando as pessoas doentes. Nada disso é necessário – ninguém deveria estar morrendo por trabalhar.

Clique aqui para ler o artigo em português ou aqui para ler o artigo original na íntegra.

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NOTAS: Plataforma de automação que já eliminou 40 mil empregos será disponibilizada para outras empresas.

Notas.

Deu no Gizmodo por Brian Merchant.

 

Durante os últimos cinco anos, a empresa global de consultoria de gestão Accenture desenvolveu um software proprietário de automação chamado SynOps, que segundo ela já ajudou a cortar 40 mil empregos da própria companhia.

Agora, a Accenture está colocando esse software à venda, permitindo que qualquer média ou grande empresa automatize alguns trabalhos e demita funcionários que realizam tarefas mais simples.

De acordo com a Bloomberg, o SynOps “sugere maneiras de otimizar e automatizar processos em áreas como financeiro e contabilidade, marketing e compras”. O SynOps é parte do boom da automatização de processos, que é liderado por companhias como a UiPath, e que busca automatizar funções que ocupem o chamado quadro de empregos de “repetição cognitiva” que inclui, por exemplo, a entrada de dados em planilhas ou sistemas.

A Accenture insiste que todos os trabalhadores que tiveram seus empregos cortados foram treinados novamente, e o diretor executivo do grupo Accenture Operations repete um discurso batido de que “Isso não é tentar se livrar do humano… Mas torná-lo o mais produtivo possível e fazê-los focar no trabalho que um humano realmente precisa fazer”.

Com certeza a automatização das fábricas não tinha como objetivo eliminar o trabalho humano, mas dar aos funcionários tarefas mais divertidas e eficientes para se fazer na linha de montagem, né?

Como Kevin Roose apontou recentemente em sua coluna (New York Times) sobre o lado público e privado das verdadeiras motivações de Davos para a automação, os executivos e a gestão estão mais do que ansiosos por começar a reduzir os efetivos. Embora eles possam falar em público em termos como “requalificar trabalhadores” e “tornar os seres humanos mais produtivos”, no privado o objetivo é claro: quanto mais automação, melhor.

Softwares como este devem varrer o setor empresarial, dando a oportunidade de automatizar vários tipos de forças de trabalho, sendo as substituições robotizadas boas ou não.

E boa parte desses softwares sem dúvidas não serão muito bons – basta olhar para a automação de tarefas simples como atendimento ao cliente via menus no telefone. Podemos esperar muitas faturas geradas incorretamente que darão muita dor de cabeça quando tivermos que enfrentar esses sistemas telefônicos burros até conseguir falar com alguém que possa resolver o problema.

Mas não se preocupe, muita gente será demitida para que isso se torne realidade, e as empresas de gestão de negócios farão milhões ao vender esses softwares

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NOTAS: Para cientistas, acordar cedo afeta produtividade de trabalhadores

Notas.

Deu na BBC por Renuka Rayasam.

Se você é uma daquelas pessoas que apertam o botão “soneca” do despertador a cada manhã e não consegue sair da cama, não se culpe. O problema pode ser sua rotina de trabalho.

Um número crescente de pesquisas mostra que, para muitos de nós, nossas agendas profissionais estão fora de sincronia com nossos relógios biológicos. E especialistas querem que empregadores urgentemente tomem nota.

O sono é um recurso estratégico que muitas empresas estão ignorando, de acordo com um estudo preparado por Cristopher Barnes, professor de administração da Foster School of Business, pertencente à Universidade de Washington.

Barnes explica no estudo que, quando escalas de trabalho estão alinhadas com os padrões naturais de sono, isso resulta em mais qualidade e inovação porque os empregados estão mais concentrados, menos estressados e relativamente mais saudáveis.

Ciclos

O oposto também é verdade: trabalhadores cansados tendem a cometer mais erros graves e a sofrer acidentes de trabalho. A pesquisa de Barnes revelou até que pessoas que dormem tarde se comportam de maneira menos ética pela manhã do que à noite, comportamento contrário ao de pessoas que acordam cedo.

Mas não se trata apenas da quantidade de horas que alguém dorme. Para você ser produtivo às 8 da manhã, isso depende do ritmo circadiano. Todos os organismos vivos, das bactérias aos humanos, têm um relógio biológico interno, como explica Till Roenneberg, professor do Instituto de Psicologia Médica da Universidade Ludwig-Maximilian, em Munique.

E, nos humanos, esse relógio varia um bocado.

“É como os pés. Algumas pessoas tem pés grandes e outras, pequenos. Mas a maioria está no meio termo”, explica Roenneberg.

Ele explica que nossas vidas não costumam levar em conta os ritmos circadianos que tínhamos no passado, quando passávamos mais tempo do lado de fora e sob luz natural. Muitas empresas começam seu expediente às 8 ou 9 da manhã, o que iria contra o relógio biológico dos empregados.

Aliado à pressão por produtividade e pela disponibilidade de resolver assuntos de trabalho fora do horário do expediente, através de e-mails e telefonemas, isso causa um fenômeno conhecido como jetlag social – nossos organismos estão sempre no fuso horário errado. O pesquisador estima que mais de 70% das pessoas acordam mais cedo do que deveriam se o objetivo era estarem descansadas e produtivas.

Esse descompasso tem início na adolescência, segundo Paul Kelly, neurocientista da Universidade de Oxford, no Reino Unido. A puberdade acelera os relógios biológicos e, quando as crianças chegam ao ensino secundário, estão, em média, levantando três horas mais cedo do que deveriam porque as aulas podem começar, por exemplo, às 7h30m. O resultado? Privação de sono crônica, o que afeta a capacidade de concentração e pode levar a problemas de saúde a longo prazo, como obesidade e diabetes.

Em alguns distritos americanos e britânicos, escolas começaram a adotar horários mais tardios para o início das aulas.

À medida que as pessoas envelhecem, os relógios biológicos começam a voltar a despertar mais cedo, mas Kelley afirma que a maior parte da população mundial ainda acorda muito cedo. Ele defende que a jornada de trabalho ideal deveria começar às 10h.

“Não é racional começar a jornada às 8h”, diz ele.

Isso, porém, contrasta os estereótipos da vida no escritório, em que os trabalhadores que chegam mais cedo são tidos como mais diligentes, por exemplo, ao passo que a turma trabalhando mais tarde é vista como mais “vadia”.

“Mas o problema é que os ritmos circadianos são controlados pela biologia e não por nós”, completa Kelley.

Barnes acredita que o favorecimento dos “madrugadores” é uma das razões pelas quais políticas de trabalho flexível volta e meia falham. O professor estudou uma série de empresas que introduziram o horário flexível e descobriu que trabalhadores que escolheram horários de entrada mais cedo eram frequentemente mais valorizados em avaliações de desempenho, mesmo se trabalhassem o mesmo número de horas de quem começava a jornada mais tarde.

Sincronia

“Esse tipo de percepção impede a sincronização do início da jornada de trabalho com seu processo circadiano”, diz o americano.

Usando suas pesquisas sobre cronotipos (termo que descreve se uma pessoa é “madrugadora” ou “criatura da noite”), Roenneberg conduziu experimentos na montadora Volkswagen e numa empresa siderúrgica, ambas na Alemanha. Ele ajustou os turnos de trabalho para que eles combinassem com os relógios biológicos, dando turnos vespertinos e noturnos para empregados que gostam de levantar mais tarde e matutinos para os madrugadores.

Em ambos os casos ele constatou que a sincronização resultou em maior produtividade e que os trabalhadores se sentiram mais saudáveis e menos cansados tanto no trabalho quanto no tempo livre. Ryan Olson, cientista do Instituto de Ciência da Saúde Ocupacional, nos EUA, encontrou resultados semelhantes para trabalhadores de escritório. “Com a tecnologia que temos hoje, não há razão para manter horários rígidos”, afirma.

Olson organizou um estudo de um ano em uma empresa internacional de tecnologia com sede nos EUA. Antes do início do experimento, empregados tinham que chegar no trabalho entre 8h e 9h, mas também exigia-se deles atender durante a noite à chamadas telefônicas de colegas de empresa baseados no exterior. Para prevenir que quem entrasse mais cedo fosse privilegiado, os participantes do estudo receberam a liberdade para trabalhar horários mais flexíveis desde que apresentassem os mesmos resultados – por exemplo, a entrega de projetos para clientes.

O programa durou três meses e incluiu workshops para ensinar os trabalhadores a julgar colegas pela maneira que eles escolhiam para passar o tempo e promoveu atividades para estimular os empregados a valorizar o tempo pessoal. No estudo, empregados foram encorajados a deixar o trabalho para resolver problemas da casa ou participar de eventos escolares dos filhos no meio do dia. Tudo para ajudar as pessoas a equilibrar vida pessoal e profissional.

Mas o programa também deu aos funcionários uma hora extra de sono por semana – o que equivale a uma semana de sono por ano. Olson argumenta que o benefício desse tempo extra durou mais de um ano após o início do estudo e que a empresa está trabalhando em mudanças em seu esquema de trabalho.

“Há um velho ditado que diz que dormir é para os fracos. Mas sinto uma mudança de atitudes e que as pessoas perceberam que não adianta privar as pessoas de sono. As empresas agora começaram a ouvir”, diz o cientista.

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TRABALHO: Galbraith – O trabalho contra si.

Trabalho.

John Kenneth Galbraith, economista de Harvard, demonstrou que o incentivo à produtividade subsidia uma relação econômica perversa.

Atraídos pelos fetiches do consumo desnecessário, do lazer organizado e do luxo decadente, os trabalhadores operam em favor do seu próprio descarte, substituindo-se pelas técnicas e pelas tecnologias que ajudam a criar e a aperfeiçoar.

Galbraith causou grande embaraço. Não só pelas demonstrações brilhantes da inutilidade do excedente e da crueldade tecnológica que desumaniza o trabalho, mas pela irracionalidade do esforço sem sentido, do esforço que gera uma riqueza que o trabalhador não poderá consumir.

A constatação de Galbraith data de 60 anos. Não perdeu validade. No capitalismo avançado, a ignorância, a cobiça e a irreflexão seguem fazendo dos trabalhadores algozes econômicos de si mesmos.

UTILIZE E CITE A FONTE.
Galbraith, John Kenneth (1967). The Affluent Society (1958). London. Pelican-Penguin.

 

NOTÍCIAS: Aprendizado – uma questão de tempo.

Notícias.


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ALMANAQUE: A produtividade obtida via corte de pessoal

Almanaque.

 

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NOTÍCIAS: A guerra sem fim – Sobre a produtividade administrativa.

Notícias.

Sem eficiência no processo produtivo e empreendedorismo, dificilmente uma empresa terá êxito no atual ambiente de crescente globalização dos negócios.

Dado o acirramento da concorrência, a gestão da produtividade é um dos quesitos essenciais na formulação das estratégias de competitividade.

Este artigo está centrado nas questões relativas a estratégias para melhoria do desempenho das organizações.

São examinadas as dificuldades de mensuração do produto administrativo e as formas de avaliação da produtividade nas organizações.

São ainda detalhadas as principais fontes de aumento da produtividade: a da racionalização, a tecnológica e a comportamental.

O artigo conclui mencionando a precariedade dos esforços para o aumento da produtividade administrativa no Brasil e ressaltando sua importância nos próximos anos.

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Versão anterior:

A GUERRA SEM F I M - Sobre a Produtividade Administrativa Hermano Roberto Thiry-Cherques

1. A perspectiva multifatorial, 2. O que não é produtividade, 3. A avaliação indireta, 4. Os fatores de produção, 5. O modo burocrático de produção, 6. A outra racionalidade, 7. A produção do controle, 8. A tecnologia administrativa, 9. A supressão tecnológica, 10. Absorção tecnológica, 11. A perda eficiente; 12. O preço da sobrevivência.
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NOTÍCIAS: O que é a regra do 52-17 e como ela pode nos ajudar a ser mais produtivos no trabalho.

Notícias.

Deu na BBC:

As famosas oito horas de trabalho diárias fixadas pela legislação trabalhista de diversos países acabam se tornando, com frequência, nove, dez ou até mesmo 12 horas consecutivas em dias muito atribulados no escritório. Muitas vezes, não sobra nem mesmo tempo para almoçar.

Mas, segundo especialistas, esses hábitos de trabalho excessivos, cada vez mais comuns, prejudicam a produtividade.

Um estudo elaborado pela Draugiem Group, uma organização da Letônia que reúne várias startups, identificou que uma longa jornada de trabalho não melhora seu rendimento. O que realmente importa, de acordo com a pesquisa, é como você divide seu tempo de trabalho e a estrutura de execução das suas tarefas.

A conclusão foi que as pessoas que fazem pausas programadas na rotina demonstram ser mais produtivas do que aquelas que trabalham por mais horas consecutivas sem descanso.

O estudo propõe a regra chamada “52-17”, que basicamente significa trabalhar com máxima dedicação por 52 minutos e descansar 17 minutos.

“Não é que a rotina de trabalho de oito horas esteja obsoleta, mas ela simplesmente mudou para um modelo de horas mais flexíveis”, explicou à BBC Artis Rozentals, diretor executivo do Draugiem Group.

“Um conselho para as pessoas é que parem para reparar como é seu rendimento diário e repensem como usar seu tempo”, completou.

Monitoramento produtivo ou espionagem?

O estudo também sugere que as próprias empresas monitorem a forma como cada empregado utiliza seu tempo – algo que poderia ser mais polêmico, já que provavelmente nem todo mundo se sentiria confortável com um chefe controlando o que cada um faz em cada minuto do seu dia.

“Para mim, seria como uma espionagem. Não ficaria confortável com isso”, afirmou o funcionário de um banco nos Estados Unidos.

Para executar esse plano, a empresa poderia instalar um software que permitiria aos patrões acompanharem tudo o que os empregados fazem durante a jornada de trabalho, conforme explica Rozentals.

“A empresa pode saber se ele está usando seu tempo em tarefas relacionadas com o trabalho ou em assuntos pessoais”, observou.

“Isso também permitiria à companhia contabilizar o tempo usado em um projeto específico para calcular o custo dele.”

‘Técnica do tomate’

A ideia de fazer pausas no trabalho não é nova. Diversos estudos psicológicos fazem essa recomendação – um consultor italiano, Francesco Cirillo, chega a propor que o ideal seria trabalhar 25 minutos consecutivos e descansar cinco, o que chamou de “técnica do tomate”.

O nome foi inspirado naqueles relógios de cozinha em formato de tomate usados para cronometrar o tempo de receitas.

Os críticos, porém, pontuam que em muitas profissões essa técnica seria impraticável.

Por exemplo, um cirurgião não vai poder parar uma cirurgia no meio para isso, um piloto de avião também não poderá interromper um voo, um advogado não poderá parar de trabalhar no meio de um julgamento por conta dos “minutos do tomate”.

No entanto, os que defendem as pausas programadas insistem que o cérebro humano não está preparado para ficar concentrado na mesma tarefa por oito horas consecutivas e afirmam que não é bom para o corpo ficar oito horas sentado em uma cadeira.

Do ponto de vista do médico, especialistas alegam que o horário flexível mostra um impacto positivo para os olhos, as costas, a circulação sanguínea e para os níveis de estresse.

Talvez o debate sobre isso precise acontecer de uma forma mais diversa, considerando que os períodos de concentração das pessoas são diferentes. Para algumas, a estratégia do 52-17 pode funcionar bem, mas o mais interessante é que cada um busque a sua maneira ideal de dividir o tempo para que a rotina seja mais produtiva.

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NOTÍCIAS: Produtividade – a história oficial.

Notícias.

Deu na Time por David Johnson.

Com a lei que proíbe a utilização do e-mail de trabalho fora do horário comercial, os franceses comprovaram uma verdade há muito reconhecida pelos economistas: trabalhar mais horas não resulta necessariamente no aumento da produtividade. O México – o menos produtivo dos 38 países listados em 2015 pela Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – tem a semana de trabalho média mais longa do mundo em 41,2 horas (incluindo trabalhadores de tempo integral e de meio período). No outro extremo do espectro, Luxemburgo, o país mais produtivo, tem uma semana média de trabalho de apenas 29 horas.


Os Estados Unidos ocupa o quinto lugar, de acordo com a OCDE, contribuindo com US $ 68,30 para o PIB do país por hora trabalhada, contrariando as afirmações de que os americanos são os trabalhadores mais produtivos do mundo. Os EUA colocaram mais horas – 33,6 por semana em média – do que os quatro países europeus com maiores classificações de produtividade (O trabalho informal e a utilidade social do produzido não são considerados.).

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UTILIZE E CITE A FONTE.

O servidor público em sua armadilha.

Trabalho & Ética.

Há uma insistência surda em culpar o servidor pela desmoralização dos sistemas de ingresso e acesso na administração pública. A finalidade é perversa. Fazer da vítima o algoz.

A degradação moral que assistimos não decorre do servidor, mas da obsolescência dos ideais, da evolução dos esquemas de gestão, da ignorância sobre as mentalidades e da vilania dos governantes.

A ilusão de Hegel, que propôs a função pública como garante da universalidade do Estado, expirou sem nunca ter vigido. A idealidade weberiana do profissionalismo, da formalidade e da impessoalidade foi rebaixada à retórica dos discursos de posse.
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Desemprego cria ‘funcionários-polvo’ e aumenta pressão sobre quem trabalha.

Notícias & Almanaque.

Demissões têm levado vários profissionais ainda empregados a acumular funções Deu na BBC por Ingrid Fagundez.

Em uma grande agência de emprego no centro de São Paulo, uma cena se repete: com currículos em mãos, dezenas de pessoas formam fila para falar com a recepcionista. “Você se cadastrou no nosso site?”, ela pergunta. A frustração dos candidatos é visível, assim com o cansaço da mulher que, do outro lado do balcão, atende centenas deles em uma manhã. Continuar lendo

Como fins de semana de três dias podem ajudar a salvar o mundo.

Notícias & Almanaque.

Deu no The Conversation por Alex Williams.

Resultado de imagem para LESS WORKImagine se, em vez de curtir alguns feriadões ao longo do ano, tivéssemos três dias de fim de semana todas as semanas.

Não se trata apenas de uma boa ideia para quem quer passar mais tempo com a família ou praticar seus hobbies. Poderia ser uma maneira fácil de melhorar radicalmente o nosso ambiente e a economia. Continuar lendo

Funcionalismo Público no Brasil.

Notícias & Almanaque.

Você acha que o Brasil tem muitos funcionários públicos? Espere para ver este gráfico do Terraço Econômico na Infomoney.

Costuma­-se ouvir muito que há muitos funcionários públicos no Brasil e que precisamos de um choque de eficiência. Contudo, se compararmos o número de servidores públicos ao total de trabalhadores em uma amostra de países, o Brasil não lidera a lista, muito pelo contrário. Continuar lendo

Será que o brasileiro trabalha pouco?

Notícias & Almanaque.

Deu na BBC Brasil por Marina Wentzel.

Dias atrás, o Tribunal Superior do Trabalho decidiu pelo fim do direito dos bancários a descanso remunerado aos sábados, o que levou muitos a se perguntarem: o brasileiro trabalha muito ou pouco? Tira poucas ou muitas férias? A resposta pode ser mais complexa do que parece. Continuar lendo

Fazer jejum prolongado pode aumentar a produtividade no trabalho?

Notícias & Almanaque.

Deu na BBC Capital por Peter Bowes.

A prática do jejum intermitente vem conquistando cada vez mais adeptos em todo o mundo, atraídos pela ideia de cortar calorias drasticamente em certos dias da semana. Uma prova é a popularidade da chamada “dieta 5:2”, que defende uma alimentação normal durante cinco dias e uma ingestão mínima nos outros dois.

Estudos científicos realizados nos Estados Unidos reuniram evidências de que a restrição de calorias pode trazer benefícios para a saúde a longo prazo, como um sono de melhor qualidade ou menos variações de humor, por exemplo.

Mas, agora, uma comunidade de especialistas em tecnologia da Califórnia acredita ter encontrado mais uma vantagem desse tipo de jejum.

Segundo eles, a produtividade aumenta nos dias em que não se alimentam, quando relatam ter uma sensação de maior agilidade mental e capacidade de concentração.

Com o nome de WeFast (“Nós jejuamos”, em tradução literal), o grupo reúne os chamados “biohackers”, pessoas que argumentam que manipular a biologia do corpo humano pode levar a uma vida mais saudável e satisfatória.

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Nas bancas.

Notícias & Almanaque.

Nas bancas a edição 105 da Revista da ESPM.

Artigo “Sobre asnos e investimentos”: dilemas categóricos. Hermano Cherques.

Clique aqui e veja o que esperar nesta edição.