ALMANAQUE: Vamos em frente.

Almanaque.

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De um meme na Web.
Muitas mudanças ocorreram no mundo nos últimos tempos…
1) O Mp3 faliu as gravadoras;
2) O Netflix faliu as locadoras;
3) O Booking complicou as agências de turismo;
4) O Google faliu a Listel, Páginas Amarelas e as enciclopédias;
5) O Airbnb está complicando os hotéis;
6) O Whatsapp está complicando as operadoras de telefonia;
7) As mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação;
8) O Uber está complicando os taxistas;
9) A OLX acabou com os classificados de jornal;
10) O Smartphone acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras;
11) O Zip Car está complicando as locadoras de veículos;
12) A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis;
13) O e-mail e a má gestão complicou os Correios;
14) O Waze acabou com o GPS;
15) O 5 andar está acabando com as imobiliárias que intermediam aluguéis;
16) O Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional;
17) A “nuvem” complicou a vida dos “pen drive”;
18) O Youtube complica a vida das tvs. Adolescentes não assistem mais canais abertos;
19) O Facebook complicou a vida dos portais de conteúdo;
20) O Coaching mudou a forma de aprender, pensar e agir, levando a um novo modelo mental, gerando resultados extraordinários em um curto espaço de tempo nas organizações;
21) O Tinder e similares complicando baladas e “similares”;

…e você quer trabalhar como fazia há 10 anos?
Vamos em frente! Não porque atrás vem gente, mas porque já tem muita gente na nossa frente.

 

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NOTAS: O ‘mito’ do empreendedor jovem.

Notas.

Deu no Brazil Journal por Mariana Barbosa.

Swan – by Maria Hatling (South Korea)

Nassim Taleb foi a São Francisco. E odiou o que viu. MIT desconstrói o ‘mito’ do empreendedor jovem.

Taleb fez fama (e uma legião de seguidores) com o livro “The Black Swan”, que criticou severamente os modelos financeiros usados pelo mercado para avaliar risco e praticamente previu a crise de 2008.

Enquanto espera a próxima crise, Taleb pontifica sobre tudo no Twitter, onde tem se revelado um misto de sábio com tio ranzinza.

Depois de uma viagem a São Francisco, o tio ranzinza explodiu: “Millennials tatuados, com um problema de atitude, morando apertados e pagando aluguéis exorbitantes. E (agressivamente) vegetarianos.” A metralhadora continuou: “O culto da juventude (pela juventude) resulta de uma falácia lógica elementar. Se 90% das inovações bem-sucedidas vêm dos jovens, menos de 1/1000 das inovações dos jovens funcionam. Estatisticamente, a juventude está correlacionada com a mediocridade, a indolência, a fraqueza física e a falta de criatividade.”

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NOTÍCIAS: Aprendizado – uma questão de tempo.

Notícias.


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NOTÍCIAS: A guerra sem fim – Sobre a produtividade administrativa.

Notícias.

Sem eficiência no processo produtivo e empreendedorismo, dificilmente uma empresa terá êxito no atual ambiente de crescente globalização dos negócios.

Dado o acirramento da concorrência, a gestão da produtividade é um dos quesitos essenciais na formulação das estratégias de competitividade.

Este artigo está centrado nas questões relativas a estratégias para melhoria do desempenho das organizações.

São examinadas as dificuldades de mensuração do produto administrativo e as formas de avaliação da produtividade nas organizações.

São ainda detalhadas as principais fontes de aumento da produtividade: a da racionalização, a tecnológica e a comportamental.

O artigo conclui mencionando a precariedade dos esforços para o aumento da produtividade administrativa no Brasil e ressaltando sua importância nos próximos anos.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

Versão anterior:

A GUERRA SEM F I M - Sobre a Produtividade Administrativa Hermano Roberto Thiry-Cherques

1. A perspectiva multifatorial, 2. O que não é produtividade, 3. A avaliação indireta, 4. Os fatores de produção, 5. O modo burocrático de produção, 6. A outra racionalidade, 7. A produção do controle, 8. A tecnologia administrativa, 9. A supressão tecnológica, 10. Absorção tecnológica, 11. A perda eficiente; 12. O preço da sobrevivência.
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ALMANAQUE: Reformulação do quadro de empregados.

Almanaque.

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NOTÍCIA: Novas tecnologias podem provocar saída de multinacionais do Brasil.

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Deu na FolhaPara José Pastore, redução de custos com indústria 4.0 tira atrativo da mão de obra barata no país.

A quarta revolução industrial vai tirar o atrativo do custo baixo da mão de obra brasileira para as empresas, pois as novas tecnologias têm permitido que elas consigam “fazer mais do que antes, com menos pessoas, menos salários, menos dor de cabeça”.

A afirmação é de José Pastore, 82, um dos maiores especialistas brasileiros em relação do mundo do trabalho.

Também chamada de indústria 4.0, a quarta revolução industrial é o uso de tecnologia, como internet das coisas e robotização, para que as empresas otimizem sua produção por meio de coleta e análise de dados em tempo real.

Segundo ele, há o risco de que muitas multinacionais deixem de ver vantagem em operar no Brasil, que, além de permanecer longe da fronteira tecnológica, sofre com precariedade educacional crônica e com excesso de burocracia.

Pastore, presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, promoveu recentemente o seminário “Como será o trabalho do futuro à luz de novas tecnologias?”.

Há um esforço para mensurar quantas vagas serão criadas e eliminadas na esteira da quarta revolução industrial. Há um exagero nisso?

– Acho que essa ansiedade é mundial, não há uma família do mundo que não pergunte: “O que vai acontecer com emprego do meu filho, do meu neto, com a entrada de tantos robôs no setor produtivo?”. Na literatura, você vai encontrar resposta para tudo. Tem gosto para tudo. Você vai ter autores de respeito dizendo que [a tecnologia] mais destrói do que cria, e vai ter outros dizendo que mais cria do que destrói. E tem aqueles por quem tenho muita admiração que dizem: “A questão não é o que destrói e o que cria, o problema é o que é transformado”.

A grande maioria dos empregos e do trabalho certamente passará por muita transformação em razão das mudanças tecnológicas. E isso aqui também tira o sono da gente, porque a pergunta é: “Será que o país, a escola, a empresta estão preparadas para fazer o ajuste?”.

Por que o sr. disse admirar os especialistas mais moderados nesse debate?

– Porque, olhando para os países, você vai encontrar casos como EUA, Japão e Alemanha, que usam novas tecnologias em grande profusão e têm nível de geração de emprego admirável, desemprego baixíssimo. A literatura mostra que na Alemanha a velocidade de entrada de robôs é igual ao surgimento de novos empregos. Os EUA estão com 4% de desemprego. O Japão também. Essa questão de que só destrói não é verdadeira, há empregos que são destruídos e outros que são criados, e a grande maioria se transforma.

Há diversas projeções divergentes sobre o impacto da tecnologia sobre o emprego. Isso tira credibilidade do debate e gera mais confusão do que orientação?

– Acho que as divergências que surgem só agravam a ansiedade que existe. Há estimativas diferentes, mas também estudos como o da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que dizem que a profissão não some. Quem é médico hoje vai continuar médico daqui a dez anos, oito anos, mas o que ele vai fazer vai ser transformado.

Outros falam que não é questão de olhar o saldo, vamos olhar o impacto na renda, que desiguala ou cria polarização porque destrói muitas atividades do meio e preserva as pontas, as altamente especializadas e as que não podem ser robotizadas embaixo, que é o zelador, o garçom, a enfermeira, quem faz manutenção de equipamentos.

O sr. mencionou que as chamadas profissões do meio estão desaparecendo. O que mais já se vê de transformação concreta?

– Você vai ter mudança de funções de atividades a começar pela sua profissão de jornalista. A sua profissão está cheia de novidade. É possível escrever uma reportagem sem a participação do jornalista humano.

Há advogados de ponta que fazem a petição deles em cima de um número monumental de informações [levantadas por tecnologia] para fazer o melhor argumento possível. Na medicina, há os médicos que confiam mais no diagnóstico feito por robôs e big data do que no seu próprio.

Isso também já é visto aqui no Brasil?

– A CNI (Confederação Nacional da Indústria) tem pesquisas mostrando que menos de 40% das indústrias brasileiras estão na quarta revolução industrial. E as que estão entram lentamente. No setor de serviços, a coisa é diferente. No financeiro, a velocidade é espantosa, de automação e inteligência artificial.

O risco de que a atual revolução tecnológica aumente a desigualdade de renda é concreto? Essa ameaça existe no Brasil?

– O risco é concreto porque aumentou a diferença da remuneração do capital em relação à remuneração do trabalho. A remuneração do capital está maior que a do trabalho porque as tecnologias dão saltos de produtividade fantásticos e acabam dispensando certas habilidades humanas. A remuneração do ser humano tende a ser postergada ou reduzida em relação à remuneração do capital, e isso gera desigualdade.

Isso é uma coisa séria para o Brasil porque muitas multinacionais vêm pra cá, assim como para outros países em desenvolvimento, porque o trabalho ainda é barato. Agora, com as novas tecnologias, o trabalho brasileiro, apesar de barato, se torna muito caro, porque você consegue fazer muito mais do que antes, com menos pessoas, menos salários, menos dor de cabeça.

Muitas multinacionais começam a apresentar sinais de volta aos países de origem porque lá elas conseguem fazer mais quase sem trabalho, com muita automação, além de estarem perto da logística e do consumidor. Isso é um problema que preocupa bastante.

O que o Brasil poderia estar fazendo?

– Para enfrentar essa questão de desigualdade de renda, destruição de emprego, transformação de trabalho etc., os países avançados, como EUA, Alemanha e Coreia do Sul, possuem conselhos especializados na formulação de políticas especificas para esse assunto.

No que tange à qualificação da mão de obra, não preciso dizer que nosso sistema educacional tem uma precariedade crônica. As burocracias também estimulam a automação, a inteligência artificial. Quando o empresário vê que é muito complicado, ele fala “eu vou robotizar”. Então, burocracia tributária, trabalhista, do ambiente instigam uma aceleração da busca de proteção do negócio via automação. E a gente está fazendo pouco nesse campo aqui. No campo tributário, Bill Gates acha que está na hora de pensar em tributar robôs.

 

Clique aqui para ler o artigo original na íntegra.

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ALMANAQUE: Hi-tech (3)

Almanaque.

Tecnologia de ponta (3).

 

Clique aqui para ver “Tecnologia de ponta (1)”.

Clique aqui para ver “Tecnologia de ponta (2)”.

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A prorrogação do emprego.

Trabalho & Produtividade.

Michael Sowa

Quando, duas décadas após sua partida para Tróia, Ulisses retornou à Itaca, poucos o reconheceram. No entanto, a sociedade, os hábitos, as tecnologias não haviam mudado. Passados três mil anos, o mesmo ocorreu com Edmond Dantès, o Conde de Monte-Cristo. 

A coincidência não é excepcional. O lento decorrer do tempo nestas ficções foi crível para as respectivas épocas. Para nós é difícil entender como a mutação das sociedades demorava. A aceleração veio com a guerra total, que animou a evolução científica. Veio com a técnica e com a tecnologia, que viraram de ponta-cabeça a vida social e as instituições. Continuar lendo

Desemprego cria ‘funcionários-polvo’ e aumenta pressão sobre quem trabalha.

Notícias & Almanaque.

Demissões têm levado vários profissionais ainda empregados a acumular funções Deu na BBC por Ingrid Fagundez.

Em uma grande agência de emprego no centro de São Paulo, uma cena se repete: com currículos em mãos, dezenas de pessoas formam fila para falar com a recepcionista. “Você se cadastrou no nosso site?”, ela pergunta. A frustração dos candidatos é visível, assim com o cansaço da mulher que, do outro lado do balcão, atende centenas deles em uma manhã. Continuar lendo

Tecnologia vai mudar dinâmica no mercado de trabalho.

Notícias & Almanaque.

20151231-153916Deu no G1, por Pâmela Kometani: Até 45% das atividades serão automatizadas nos próximos dois ou três anos, mas 83% das empresas esperam manter ou aumentar o número de profissionais.

O avanço da tecnologia vai mudar a dinâmica do mercado de trabalho e até 45% das atividades feitas por profissionais podem ser automatizadas nos próximos dois ou três anos, fazendo com que a tecnologia substitua as tarefas cognitivas e as manuais para que as pessoas possam assumir tarefas não rotineiras e funções mais satisfatórias. Continuar lendo

Trabalho & Tecnologia: questões éticas.

Trabalho & Ética.

As discussões éticas associadas à relação entre trabalho e tecnologia podem ser distribuídas em cinco grandes grupos: o da supressão de postos de trabalho, o da exclusão econômica, o da obsolescência dos conhecimentos, o da instrumentalização dos seres humanos e o da sujeição disciplinar.

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Realidade Aumentada.

Notícias & Almanaque.

Deu no Estadão por Bruno Capelas.

Com óculos, engenheiro ‘enxerga’ especificações dos elevadores na manutençãoPopularizada por Pokémon Go em 2016, tecnologia que aplica camada virtual sobre o mundo real está sendo usada para modernizar treinamentos e manutenção; ainda em desenvolvimento e pouco acessível, sistema deve ficar longe de consumidores.

Adicionar uma camada de informações virtuais ao mundo real, com ajuda de uma tela ou lente. Essa é a ideia por trás da realidade aumentada, tecnologia que foi apresentada ao mundo em 2016 por um dos grandes sucessos dos games na temporada: Pokémon Go. Com mais de 500 milhões de downloads, o jogo que fez todo mundo caçar monstrinhos na tela do celular é uma amostra do potencial da realidade aumentada, que pode mudar radicalmente o mundo do trabalho no futuro. Continuar lendo

Elon Musk acha que precisaremos de renda básica universal num futuro sem trabalho.

Notícias & Almanaque.

Por Eve Peyser em Gizmodo.

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Elon Musk acha que precisaremos de uma renda básica universal no futuro por causa da automação.

“As pessoas terão tempo de fazer outras coisas, coisas mais complexas e mais interessantes”, disse ele à CNBC. “Certamente teremos mais tempo para o lazer. E então precisaremos descobrir como iremos integrar um mundo e um futuro com muita inteligência artificial.”

“No final das contas, acho que precisará existir uma simbiose com uma superinteligência digital”, completou o CEO da Tesla. Continuar lendo

Trabalho e segregação tecnológica

CATEGORIA TR

colonialismo-tecnologico

Em uma obra que não cessa de congregar simpatizantes[i], Andrew Feenberg, professor canadense de Filosofia da Tecnologia, propôs a democratização da tecnologia como emancipadora da colonização da vida sócio psíquica pelo universo técnico.

Os que alentam ingenuidades como estas costumam esquecer que devem justificá-las. A ampla gama de autores em que Feenberg se baseia – de Marx a Jacques Ellul – não são unânimes sobre a possibilidade ou a utilidade política do combate ao apartheid tecnológico. Além disto, os casos que cita são mais especulativos do que empíricos. Omitem que os imanes, pajés e cientistas a serviço do establishment sempre detiveram ciumentamente o acervo de conhecimentos julgados válidos. Encobrem que fanáticos, patifes e políticos sempre os instrumentalizaram.

A democratização e a infiltração na vida psicossocial são fenômenos interdependentes. A impossibilidade da clivagem dos processos sociais de liberalização de acesso e de manipulação tem sido demonstrada na esfera social pelas cadeias de televisão e pelas redes. No espaço organizacional, pelas intranets e equivalentes[ii]. Sempre houve quem pregasse um e exercesse o outro, seja no campo das técnicas, seja no campo das informações, seja no campo dos armamentos.

No ambiente restrito das organizações é evidente que a democratização da técnica não pode ampliar a participação dos trabalhadores na determinação do conteúdo das diretivas. Só acelerar os processos decisórios segundo as linhas previamente demarcadas da sua operacionalização.

Na esfera do trabalho, como na esfera mais ampla da vida social, o vetor que conduz à democratização se situa na eliminação do impedimento do acesso aos núcleos de disponibilização de técnicas e na desobstrução do ingresso aos controles de irradiação dos saberes. O motor da democratização é o acesso à geração e ao controle da irradiação da tecnologia, não a participação nestes processos.

 


[i] Feenberg, Andrew (2002) Transforming Technology: A Critical Theory Revisited; Oxford, Oxford University Press.

[ii] Cherques, Hermano Roberto Thiry (2010). Intranets: A semiological analysis. Journal of Information Science, v. 36, p. 705-718

 

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10 empregos que os pais não conseguem entender

CATEGORIA NT

Deu no GeraDigital1: Com as mudanças proporcionadas pela tecnologia em todos os setores, novas profissões acabam surgindo ao longo dos anos, e muitos pais acabam não acompanhando tamanha rapidez na evolução das carreiras. Assim, muitos acabam não entendendo no que seus filhos trabalham.

Pesquisa da rede profissional LinkedIn realizada em 2013 e divulgada pelo site de carreiras Business Insider mostrou que uma em cada três famílias têm dificuldade de compreender o que seus filhos fazem. Dois terços querem aprender mais, e metade acha que poderia dar suporte aos filhos se entendesse as profissões deles.

Clique aqui para ler na íntegra.

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Estudo revela 10 atitudes que matam a produtividade no trabalho

CATEGORIA NT

Deu no G1: Usar o telefone e mandar mensagens são os piores comportamentos. 24% profissionais usam horário de trabalho para outras atividades.

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O que faz com que os trabalhadores percam a maior parte do tempo no escritório? Enviar mensagens de texto? Navegar na internet? Conversar com colegas de trabalho? Uma pesquisa da CareerBuilder identifica os 10 comportamentos que os empregadores dizem ser os maiores assassinos de produtividade no local de trabalho.

O uso pessoal da tecnologia é um dos principais culpados por trás da atividade improdutiva. Um em cada quatro trabalhadores (24%) admitiu que durante um dia de trabalho utilizam pelo menos 1 hora em chamadas pessoais ou e-mails. Estimam ainda que gastam 1 hora ou mais para pesquisar na internet assuntos não relacionados ao trabalho.

Comportamentos de colegas de trabalho, reuniões e outros fatores também criam obstáculos para maximizar o desempenho, segundo os recrutadores.

Veja os 10 comportamentos que ‘matam’ a produtividade:

1) Telefone e mensagens de texto – 50%
2) Fofoca – 42%
3) Internet – 39%
4) Mídias sociais – 38%
5) Pausa para lanches ou para fumar – 27%
6) Colegas de trabalho barulhentos – 24%
7) Reuniões – 23%
8) E-mail – 23%
9) Colegas de trabalho que param em sua mesa para conversar – 23%
10) Colegas de trabalho fazendo chamadas em viva-voz – 10%

A pesquisa on-line foi realizada pela Harris Poll em nome da CareerBuilder, nos Estados Unidos, de 10 fevereiro a 4 março com 2.138 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos, e 3.022 trabalhadores do setor privado de indústrias e empresas.

Clique aqui para ver o infográfico.

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O Facebook diminui a produtividade no trabalho?

CATEGORIA AST

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Matéria do Site: Metamorfose Digital

Um estudo realizado pelo departamento de gerenciamento e marketing da Universidade de Melbourne (Austrália) liderados pelo professor Brent Coker, assinalou que as pessoas que navegam no trabalho por prazer, com um limite de menos de 20% do tempo total que passam no escritório -uma hora e meia-, se concentram mais e melhor do que aqueles colegas que não o fazem.

Leia mais aqui.

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O trabalho a cores na época do Czar

CATEGORIA AST

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As fotografias que se mostram a seguir não foram coloridas agora. São originais e foram realizadas pelo fotógrafo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944) com a melhor câmera da época.

Ele dedicou sua carreira ao avanço da fotografia. Estudou com renomados cientistas em São Petesburgo, Berlim e Paris onde se formou como químico, desenvolvendo as técnicas para as primeiras fotografias em cores. Dos seus resultados surgiram as primeiras patentes de películas positivas a cores.

Prokudin-Gorskii utilizou seus estudos em química para desenvolver um sistema fotográfico no qual se realizavam três tomadas num suporte de vidro , tomadas monocromáticas em sequência, cada uma através de um filtro de cor diferente (vermelho, azul e verde). O resultado eram três exposições sobre a mesma placa em uma rápida sucessão.

Os negativos brancos e pretos assim obtidos eram positivados e esses positivos transparentes, em um projetor triplo que contava com os mesmos filtros utilizados nas tomadas, reconstituíam a imagem com as cores originais. No entanto Prokudin-Gorskii à época ainda não possuía o mecanismo para imprimir as fotos obtidas.

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Clique aqui para saber mais sobre Prokudin-Gorskii.

Clique aqui para ver outras de suas fotografias relacionadas ao trabalho.

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Entrevista com David Baker, ex-editor da versão inglesa da revista Wired.

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desconectadoDavid Baker: “Ninguém precisa abandonar a tecnologia, mas é necessário experimentar momentos de desconexão”

“Há dois problemas com a tecnologia: ela está crescendo muito rápido e é muito sedutora. E ela vai se desenvolver cada vez mais rápido, por conta da Lei de Moore. Nós estamos tentando disputar uma corrida com a tecnologia para utilizá-la, mas nunca vamos vencer. Então nós precisamos nos reposicionar em relação à tecnologia e perguntar como nós podemos fazer para que ela não seja nosso mestre, mas uma ferramenta. Precisamos fazer com que os avanços tecnológicos sejam a nossa caixa de ferramentas. Se nós temos uma caixa de ferramentas em casa, nós não acordamos e vamos correndo serrar alguma coisa, vamos?”

Clique aqui para ler na íntegra.

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